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Calma

Sofia Ellar

Calma

En la puerta de mi Sol que te calienta
Van sonando los tambores en la plaza ya revuelta
Se me suben los colores y eso que yo soy resuelta
Y se marchan los temores a medida que te acercas

Dime tu nombre aunque vengo de otro igual
Solo que no supo ser hombre y yo contigo soy real
Que me invites a bailar
Y que tu número da igual
Que si tenemos que ser dos te esperaré en nuestro lugar

Calma le pides a mi trueno
Yo voy pisando el freno poco a poco al caminar
Agua le pides a mi fuego
Yo llamo a los bomberos porque lo quiero intentar

Te me vas entre los dedos
Te me vas entre los miedos
Te me vas entre los dedos
Te me vas entre los miedos

En la arena de tu Sol que a veces quema
Van sonando los tambores en una playa desierta
Y se pintan de colores y complicidad perfecta
Se me van los malhumores a medida que te acercas

Decir tu nombre me hace sentir especial
Porque contigo no hay redoble pero sí suena el timbal
Y nos ponemos a cantar, nos volvemos a mirar
Porque la música en tu coche suena a hit en la radial

Calma le pides a mi trueno
Yo voy pisando el freno poco a poco al caminar
Agua le pides a mi fuego
Yo llamo a los bomberos porque lo quiero intentar

Te me vas entre los dedos
Te me vas entre los miedos
Te me vas entre los dedos
Te me vas entre los miedos

Calma le pides a mi trueno
Yo voy pisando el freno poco a poco al caminar
Agua le pides a mi fuego
Yo llamo a los bomberos porque lo voy a intentar

Ya no es verano
Llega el invierno
Te asusta el frío
Te come el miedo

Ya no es verano
Llega el invierno
Te asusta el frío
Te come el miedo

Ya no es verano
Llega el infierno
Ya no es verano
Llega el infierno

Ya no es verano
Llega el invierno
Me asusta el frío
Me come el miedo

Te me vas entre los dedos
Te me vas entre los miedos
Te me vas entre los dedos
Te me vas entre los miedos

Calma

Na porta do meu Sol que te aquece
Os tambores vão tocando na praça já agitada
Fico corada e isso que sou decidida
E os medos vão embora à medida que você se aproxima

Me diz seu nome, mesmo que eu venha de outro igual
Só que ele não soube ser homem e eu contigo sou real
Me convida pra dançar
E que seu número não importa
Se temos que ser dois, te espero no nosso lugar

Calma, você pede pro meu trovão
Eu vou pisando no freio devagar ao caminhar
Água você pede pro meu fogo
Eu chamo os bombeiros porque quero tentar

Você vai escapando entre meus dedos
Você vai escapando entre meus medos
Você vai escapando entre meus dedos
Você vai escapando entre meus medos

Na areia do seu Sol que às vezes queima
Os tambores vão tocando numa praia deserta
E se pintam de cores e cumplicidade perfeita
Vão embora os mau-humores à medida que você se aproxima

Dizer seu nome me faz sentir especial
Porque contigo não tem redobres, mas o timbal soa
E a gente começa a cantar, e se olha de novo
Porque a música no seu carro soa como hit na rádio

Calma, você pede pro meu trovão
Eu vou pisando no freio devagar ao caminhar
Água você pede pro meu fogo
Eu chamo os bombeiros porque quero tentar

Você vai escapando entre meus dedos
Você vai escapando entre meus medos
Você vai escapando entre meus dedos
Você vai escapando entre meus medos

Calma, você pede pro meu trovão
Eu vou pisando no freio devagar ao caminhar
Água você pede pro meu fogo
Eu chamo os bombeiros porque vou tentar

Já não é verão
Chega o inverno
Te assusta o frio
Te consome o medo

Já não é verão
Chega o inverno
Te assusta o frio
Te consome o medo

Já não é verão
Chega o inferno
Já não é verão
Chega o inferno

Já não é verão
Chega o inverno
Me assusta o frio
Me consome o medo

Você vai escapando entre meus dedos
Você vai escapando entre meus medos
Você vai escapando entre meus dedos
Você vai escapando entre meus medos

Composição: