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Já Não (Dói)

Sofish

Ya No (Duele)

Duele sentir que ya no
No reconozco mis propias manos
Desde hace tanto y
¿Cuándo fue la última vez
Que no sangraron?

Difícil pensarlo, a los trece años
Y tanto duele saber que eso es lo de menos
¿Cuándo empecé a consumirme desde adentro?
No sé, no sé, no sé

Solo sé que pensé
Alto, más alto, más alto, ¿hasta cuándo?
Más alto, más alto, más alto, ¿cuándo?

Juro que es la última vez
Que me voy a perder, me hago daño otra vez
Si me caigo, me levanto y vuelvo a correr
Yo ya no vuelvo a caer
(Na na na)

Juro que es la última vez
Que me voy a perder, me hago daño otra vez
Si me caigo, me levanto y vuelvo a correr
Ahora solo vivo intensamente

¿Cuándo fue que olvidamos?
Sin aceptarlo, que el fin se va en vano sin disfrutarlo y
No dejo de pensarlo
Soy libre y yo marco
El paso que avanzo

Todo es oro, un soplo y cierro ojos
Aprendiendo a ver más por mi cuenta que por otros
Dejo el pasado porque mi presente es otro
Y ahora entiendo que la vida es como un tesoro

Corro, lloro y oro
Sin deberle nada a nadie vivo a mi modo
Es mi modo y ni modo
Si me juzgan pues triste por otros

No lloro más pues completamente
Ahora entiendo soy dueña de mi mente y
No duele, no duele, ya no duele
Ahora solo vivo intensamente

Juro que es la última vez
Que me voy a perder, me hago daño otra vez
Si me caigo, me levanto y vuelvo a correr
Yo ya no vuelvo a caer
(Na na na)

Juro que es la última vez
Que me voy a perder, me hago daño otra vez
Si me caigo, me levanto y vuelvo a correr
Ahora solo vivo intensamente

Todo es oro, un soplo y cierro ojos
Aprendiendo a ver más por mi cuenta que por otros
Todo, todo
Ahora solo vivo intensamente

Já Não (Dói)

Dói sentir que já não
Não reconheço minhas próprias mãos
Faz tanto tempo e
Quando foi a última vez
Que não sangraram?

Difícil pensar nisso, aos treze anos
E tanto dói saber que isso é o de menos
Quando comecei a me consumir por dentro?
Não sei, não sei, não sei

Só sei que pensei
Alto, mais alto, mais alto, até quando?
Mais alto, mais alto, mais alto, quando?

Juro que é a última vez
Que vou me perder, me machuco outra vez
Se eu cair, me levanto e volto a correr
Eu já não volto a cair
(Na na na)

Juro que é a última vez
Que vou me perder, me machuco outra vez
Se eu cair, me levanto e volto a correr
Agora só vivo intensamente

Quando foi que esquecemos?
Sem aceitar, que o fim vai em vão sem aproveitar e
Não paro de pensar nisso
Sou livre e eu marco
O passo que avanço

Tudo é ouro, um sopro e fecho os olhos
Aprendendo a ver mais por minha conta do que pelos outros
Deixo o passado porque meu presente é outro
E agora entendo que a vida é como um tesouro

Corro, choro e oro
Sem dever nada a ninguém, vivo do meu jeito
É meu jeito e nem modo
Se me julgam, triste pelos outros

Não choro mais porque completamente
Agora entendo que sou dona da minha mente e
Não dói, não dói, já não dói
Agora só vivo intensamente

Juro que é a última vez
Que vou me perder, me machuco outra vez
Se eu cair, me levanto e volto a correr
Eu já não volto a cair
(Na na na)

Juro que é a última vez
Que vou me perder, me machuco outra vez
Se eu cair, me levanto e volto a correr
Agora só vivo intensamente

Tudo é ouro, um sopro e fecho os olhos
Aprendendo a ver mais por minha conta do que pelos outros
Tudo, tudo
Agora só vivo intensamente

Composição: Sofia Lopez