MONSTER
¡Ay, mami, échate vinagre!
Cálmate, yo sé cómo arde
Tienes to' los ojos rojos
Y en el corazón amargue
Se reportan casos de desaparecidos… La resistencia
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Running down da street
Running down da street
Me tienen azara', vienen, no tienen cara de gente
Da monsters
Corro, me escondo, me persigno inocente
Da monsters
Karo, y su bolso bien caro ya están fusilados
Aura y la nena de al lado corriendo aterradas
Donde está mi bolsa, salgo para la balsa
Traeme los menjurjes que el vinagre no alcanza
Te vistes agitado, no estabas invitado
¡El monstruo se alzó!; terminaste acribillado
Que “te protege” una camisilla negra, papito (BOMBERMAN)
Vienen chorreando, llevan mechones y trapitos (BOMBERMAN)
Andate que se prende, que ahí vienen
No comen de inocente, que ahí vienen
Si es que volver a casa quieres
¡Corre, mamá! ¡Mamá! ¡Y cómo vienen!
Se reportan 24 muertes y 89 desapariciones durante las protestas
Este 5 de mayo, Valle del Cauca, Tolima, Cundinamarca, Risaralda, Huila y Antioquia Es una zona de guerra
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Running down da street
Running down da street
Run! No hay tiempo pa' pensar
Cuando en la línea estás no puedes retroceder
Don't trust! Mira dónde estás
Cuida a dónde vas que ya va a anochecer
¡Fuego, fuego, fuego!
Abre la ventana
¡Fuego, fuego!
Que le dieron a Susana
¡Fuego, mamá! ¡Échame agua!
Me pica, me pica, me pica Susana
Llegó el animal con su pistola y vamo' a sonar boom, ah
Me tienen azara', vienen, no tienen cara de gente
Da monsters
Corro, me escondo, me persigno inocente
Da monsters (x4)
¡Corre, mamá! ¡Mamá! ¡ Y cómo vienen!
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Down the street da monster, keeps me running down dae street
Running down da street
Running down da street
Mato, mato, que te mato mato
Mato, mato, que te mato mato
Mato, mato, que te mato mato
Mato, mato, mato, mato
Mato, mato, mato, mato
Cuida bien el reposadero a dónde vas
Que en medio de la prisa, te pueden salpicar
Que gomoso y viscoso el engendro del monstruo
Verde y oloroso se te pega, peligroso
Como un escarabajo, más que un chinche, prendío'
Tiene el cuero duro, y un mazo que ha prometi'o
Que la piel la tiene verde, el cuero lo tiene negro
Resistente, y viene sin miedo, rompiendo credos y madres
Pero el bicho ese no viene solo, no trae alma
Lleva dentro una vocecita que lo eleva, y lo lleva donde quiera
Repartiendo agua sucia como vendiendo peras
Supieran que si vienen de la alcantarilla
Donde las ratas operan y mandan desde sus sillas
Con un insecticida se les muere el gusanito
Cambia caset solito, son ordenes, chico
Porque hasta que no golpea la humanidad
Echa flores, les abraza a voluntad, y les dice: Voy con paz
Jugándose la vida, botando sangre en rojo y recibiendo pica-pica
¡Injustos! Títeres al carpintero, cuales vacas entregadas al matadero
Van a paso firme creyéndose dioses, ignorando vidas, consignas y voces
Pero hay que recordar todos somos seres
Y también los monstruos de colores tienen
Una vida, existente en otra dimensión
Dónde creen fervientemente que no existe el dolor ajeno
Ni el temor de nada, ni el respeto a nada, ni la corrupción o la justicia vaga
¡Tranquilos! Toca respirar profundo
Se que los pies te duelen, pero sigue por tu rumbo
Que pecao
Se te mete hasta en los sueños
El monstruo
Que pecao
Que pecao
Que pecao
Que pe
MONSTRO
Oh, mamãe, despeje vinagre em você!
acalme-se eu sei como isso queima
Você tem todos os olhos vermelhos
E no coração amargo
Casos de desaparecimentos são relatados… A resistência
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
correndo pela rua
correndo pela rua
Eles me têm azara', eles vêm, eles não têm cara de gente
dá monstros
Eu corro, me escondo, me persigno inocente
dá monstros
Karo e sua bolsa caríssima já foram baleadas
Aura e a vizinha correndo apavoradas
Onde está minha bolsa, vou para a jangada
Traga-me as misturas que o vinagre não é suficiente
Você se veste agitado, você não foi convidado
O monstro subiu!; você acabou crivado
Que camisa preta “te protege”, papai (BOMBERMAN)
Eles vêm pingando, eles têm fechaduras e trapos (BOMBERMAN)
Vá em frente, deixe-o ligar, aí vêm eles
Eles não comem inocentes, aí vêm eles
Se você quer ir para casa
Corre, mãe! Mãe! E como assim!
24 mortes e 89 desaparecimentos são registrados durante os protestos
Neste 5 de maio, Valle del Cauca, Tolima, Cundinamarca, Risaralda, Huila e Antioquia É uma zona de guerra
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
correndo pela rua
correndo pela rua
Correr! Não há tempo para pensar
Quando você está na fila, você não pode voltar
Não confie! olha onde você está
Cuidado por onde anda, já está escurecendo
Fogo, fogo, fogo!
Abre a janela
Fogo fogo!
O que deram a Susana?
Fogo, mãe! Me dê agua!
Coça-me, coce-me, Susana coça-me
O bicho chegou com a arma dele e vamos fazer bum, ah
Eles me têm azara', eles vêm, eles não têm cara de gente
dá monstros
Eu corro, me escondo, me persigno inocente
Dá monstros (x4)
Corre, mãe! Mãe! E como eles vêm?
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
Descendo a rua do monstro, me mantém correndo pela rua dae
correndo pela rua
correndo pela rua
Eu mato, mato, mato você, mato você
Eu mato, mato, mato você, mato você
Eu mato, mato, mato você, mato você
eu mato, eu mato, eu mato, eu mato
eu mato, eu mato, eu mato, eu mato
Cuide bem do local de descanso para onde vai
Que no meio da correria podem te espirrar
Quão emborrachada e viscosa é a cria do monstro
Verde e fedorento gruda em você, perigoso
Como um besouro, mais que um percevejo, pegou'
Tem couro duro, e um macete que promete
Que a pele é verde, o couro é preto
Resiliente, e vem sem medo, quebrando credos e mães
Mas esse bicho não vem sozinho, não traz alma
Ele tem uma vozinha interior que o eleva e o leva para onde ele quiser
Distribuir água suja como vender peras
Eles sabiam que se vierem do esgoto
Onde os ratos operam e comandam de suas cadeiras
Com um inseticida o verme morre
Troque a cassete sozinho, são ordens, rapaz
Porque até que a humanidade atinja
Ele joga flores, abraça-as à vontade e diz: vou em paz
Arriscando sua vida, jogando sangue vermelho e ficando com coceira
injusto! Fantoches para o carpinteiro, que as vacas entregavam no matadouro
Eles vão em um ritmo constante acreditando ser deuses, ignorando vidas, slogans e vozes
Mas você tem que lembrar que somos todos seres
E também os monstros coloridos têm
Uma vida, existindo em outra dimensão
Onde eles acreditam fervorosamente que a dor dos outros não existe
Nem o medo de nada, nem o respeito por nada, nem a corrupção ou a vaga justiça
Quieto! É hora de respirar fundo
Eu sei que seus pés doem, mas continue seu caminho
que pecado
Até entra nos seus sonhos
O monstro
que pecado
que pecado
que pecado
que diabos