Epitaphs
This enlightened path burns with a furious gleam
A sight to behold in the corners of reality
The road that we once chose to dream
Now a radiant horizon filled with possibilities
These aching laments resound in our minds
Every failure suffered through our endless cries
Blood spilt endlessly throughout the ages
When will we learn to break from our cages
From the ailments that plague our hearts
To offer a helping hand toward our hearths
The embrace of unity
And the death of frailty
For the wheel must be broken
To ensure one simple truth is spoken
For we must concord to a harmony
Lest we burn in the embers of apathy
For we shall rise like a phoenix from the ashes
Begin anew on the wings of second chances
We walk the same path to our inevitable end
Yet we riddle each other with wounds to tend
Overcome our millennia of failures
Reshape and rebuild a flawed human nature
We must reach out and grab hold
Lest we become a story once told
Blood spilt endlessly throughout the ages
When will we learn to break from our cages
From the ailments that plague our hearts
To offer a helping hand toward our hearths
The grave awaits
But make no mistake
Through bliss or hurt
We return to the dirt
Epitáfios
Esse caminho iluminado queima com um brilho feroz
Uma visão a ser contemplada nos cantos da realidade
A estrada que escolhemos para sonhar
Agora é um horizonte radiante cheio de possibilidades
Esses lamentos doloridos ecoam em nossas mentes
Cada falha sofrida em nossos gritos sem fim
Sangue derramado sem parar ao longo das eras
Quando vamos aprender a quebrar nossas jaulas?
Das doenças que atormentam nossos corações
Para oferecer uma mão amiga em direção aos nossos lares
O abraço da unidade
E a morte da fragilidade
Pois a roda deve ser quebrada
Para garantir que uma simples verdade seja falada
Pois devemos concordar com uma harmonia
Caso contrário, queimaremos nas brasas da apatia
Pois nos levantaremos como uma fênix das cinzas
Começaremos de novo nas asas de novas chances
Caminhamos pelo mesmo caminho até nosso fim inevitável
Ainda assim, nos ferimos mutuamente com feridas a curar
Superar nossos milênios de falhas
Reformar e reconstruir uma natureza humana falha
Devemos estender a mão e agarrar
Caso contrário, nos tornaremos uma história já contada
Sangue derramado sem parar ao longo das eras
Quando vamos aprender a quebrar nossas jaulas?
Das doenças que atormentam nossos corações
Para oferecer uma mão amiga em direção aos nossos lares
A cova nos aguarda
Mas não se engane
Através da alegria ou da dor
Retornamos à terra