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Zumba Que Zumba

Soledad Bravo

Letra

Significado

Zumba Que Zumba

Zumba Que Zumba

Vou zumbar esse galo no meio da galeraVoy a zumbar este gallo en medio de la gallera
Escuta, meu bem, no meio da galeraOye mi bien en medio de la gallera
Pra ver se tem outro galo que queira se medir e possaPa' ver si existe otro gallo que quiera medirse y pueda
Verdade, meu irmão, que queira se medir e possaVerdad mi hermano, que quiera medirse y pueda

Quando eu começo a cantar não peço permissão a ninguémCuando me pongo a cantar no pido permiso a nadie
Quando eu começo a cantar não peço permissão a ninguémCuando me pongo a cantar no pido permiso a nadie
Porque isso de pedir permissão é coisa de homem covardeQue eso de pedir permiso es cuando el hombre es cobarde
Escuta, meu bem, é coisa de homem covardeOiga mi bien es cuando el hombre es cobarde

Sou pau que não se cimbraSoy palo que no me cimbro
Que não se cimbra, barco que não viraQue no me cimbro barco que no me volteo
Quando eu quero, toco o céu que não vejoCuando a mí me da la gana toco el cielo que no veo
Verdade, Catira, toco o céu que não vejoVerdad Catira toco el cielo que no veo

Lembro quando no oriente brilhou o astro diamantadoRecuerdo cuando en oriente brilló el astro diamantino
Lembro quando no oriente brilhou o astro diamantadoRecuerdo cuando en oriente brilló el astro diamantino
Com seu raio cristalino iluminando o reluzenteCon su rayo cristalino alumbrando el reluciente
Verdade, Cristóvão, iluminando o reluzenteVerdad Cristóbal* alumbrando el reluciente

Pra que sonhar acordado?¿Para qué soñar despierto?
Sonhar acordado com horizontes de luzSoñar despierto con horizontes de luz
Se uma cova e uma cruz, escuta, meu irmãoSi una tumba y una cruz, oiga mi hermano
É a herança de todo mortoEs la herencia de todo muerto

Mais além de não sei ondeMás allá de no sé dónde
De não sei onde mataram não sei quemDe no sé dónde mataron a no sé quién
E se eu não correr tão rápido, me matam tambémY si no corro tan duro me matan a mí también
Verdade, Saúl, me matam tambémVerdad Saúl* me matan a mí también

Quem bebe água em tapera e se casa em terra alheiaEl que bebe agua en tapara y se casa en tierra ajena
Verdade, minha vida, e se casa em terra alheiaVerdad mí vida y se casa en tierra ajena
Não sabe se a água é clara ou se a mulher é boaNo sabe se el agua es clara o si la mujer es buena
Verdade, meu bem, ou se a mulher é boaVerdad mi bien o si la mujer es buena

Todo mundo acha que cantarTodos creen que el cantar
Ai, cantar é só abrir a bocaAy, el cantar es nomás abrir la boca
E cantar tem sentido e saber quando é a vezY el cantar tiene sentido y saber cuándo le toca
Escute bem e saber quando é a vezÓigalo bien y saber cuándo le toca

Eu gosto de cantar onde cantores cantamA mí me gusta cantar donde cantaores cantan
E que saibam declarar o eco de sua gargantaY que sepan declarar el eco de su garganta
E que saibam declarar o eco de sua gargantaY que sepan declarar el eco de su garganta
Verdade, minha vida, o eco de sua gargantaVerdad mi vida el eco su garganta

Cantando o zumba que zumbaCantando el zumba que zumba
Zumba que zumba foi quando eu me apaixoneiZumba que zumba fue que yo me enamoré
Eu vou continuar cantandoYo voy a seguir cantando
Verdade, minha vida, pra me apaixonar de novoVerdad mi vida pa' enamorarme otra vez

Composição: Anónimo Venezolano. Essa informação está errada? Nos avise.
Enviada por Paulo. Revisão por Eloy. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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