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Estrelinha

SOLEDAD

Estrelita

Estrellita no te vayas de mi lado
estrellita quédate un poquito más
siempre fuiste lucerito en mi camino
y hoy preciso como nunca tu señal.

Esa luz que ha iluminado mis cantares
esa luz que ha sido lámpara en mi andar
que me dio felicidades tan queridas
y el amor porque en la vida.

Sin amor no es vida ya
y en el alba ha de marcharse la que un día
juró que se moriría si me dejara de amar.

El frío cruel, la soledad
han de golpear mi corazón
alúmbrala con esa luz
que enciende llamas
que no se apagan jamás.

Estrellita, luz y fuego de mi vida
déjale en su corazón este cantar
humedece su pañuelo con el beso
que nos dimos frente al río como altar.

Solamente yo te pido que le digas
que no vuele, que es peligroso volar,
gavilanes del camino, palomita,
clavarán en sus alitas lastimaduras de sal.

Y si vuelve buscando mi amor eterno
me hallará solo y enfermo
y un lamento, mi cantar.

El frío cruel, la soledad
han de golpear mi corazón
alúmbrala con esa luz
que enciende llamas
que no se apagan jamás.

Estrelinha

Estrelinha, não vá embora do meu lado
estrelinha, fica só mais um pouquinho
sempre foste a luzinha no meu caminho
e hoje preciso como nunca do teu sinal.

Essa luz que iluminou meus cantos
essa luz que foi lâmpada na minha jornada
que me deu felicidades tão queridas
e o amor porque na vida.

Sem amor não é vida já
e ao amanhecer vai embora quem um dia
jurou que morreria se me deixasse de amar.

O frio cruel, a solidão
vão golpear meu coração
ilumina-a com essa luz
que acende chamas
que nunca se apagam.

Estrelinha, luz e fogo da minha vida
deixe em seu coração este cantar
umedeça seu lenço com o beijo
que nos demos à beira do rio como altar.

Só te peço que lhe digas
que não voe, que é perigoso voar,
falcões do caminho, pombinha,
cravarão em suas asinhas feridas de sal.

E se voltar buscando meu amor eterno
me encontrará só e doente
e um lamento, meu cantar.

O frio cruel, a solidão
vão golpear meu coração
ilumina-a com essa luz
que acende chamas
que nunca se apagam.