Tradução gerada automaticamente

Carta a un amigo
SOLEDAD
Carta a um amigo
Carta a un amigo
Carta a um amigoCarta a un amigo
Querido amigo, a tardeQuerido amigo la tarde
Vai se deitando no rioSe va acostando en el río
E jogado na areiaY tirado en las arenas
Te escrevo este chamaméTe escribo este chamamé
E assim do norte te levarY así del norte llevarte
Até o sul dos teus anseiosHasta el sur de tus desvelos
Todas as coisas que o ventoTodas las cosas que el viento
Me traz de Santa FeMe trae de Santa Fe
Você saberá que lá nos nossos pagosSabrás que allá en nuestros pagos
Onde você andava de canoaDonde andabas la canoa
Todo mundo sente sua faltaToda la gente te extraña
E ansioso quer te verY ansiosa te quiere ver
E que olha águas abaixoY que mira aguas abajo
Por se algum dia você decidirPor si algún día decides
Desfazer o velho caminhoDesandando el viejo cauce
E voltar a esses lugaresA estos parajes volver
E olho as águas do rio que um diaY miro las aguas del río que un día
Os índios chamaramLos indios llamaron
"parente do mar""pariente del mar"
E o monte que em vão se joga em seu leitoY el monte que en vano se tira en su cauce
Como uma jangada que quer remarComo una jangada que quiere bogar
E penso naqueles humildes ilhéusY pienso en aquellos humildes isleños
Que cruzam e voltam de Santa FeQue cruzan y vuelven desde Santa Fe
Ou naqueles outros que foram longeO en aquellos otros que lejos se fueron
E só retornam em um chamaméY sólo regresan en un chamamé
O céu azul que ficouEl cielo azul que se quedó
Ancorado no jacarandáAnclado en el jacarandá
Sonha em uma viagem que não foiSueña en un viaje que no fue
E na margem por sempre estaráY en la rivera por siempre estará
Aquela chuva de corAquella lluvia de color
Que pinta de verde o salgueiralQue pinta en verde el saucedal
Diz se você demora a voltarDice si tardas en volver
Sonha à noite com seu litoralSueñas de noche con tu litoral
Também o vento que chegaTambién el viento que llega
Do norte santafesinoDel norte santafesino
Me conta a velha históriaMe cuenta la vieja historia
Nascida no quebrachalNacida en el quebrachal
E a dor dos madeireirosY el dolor de los hacheros
Sangrando o monte sem pararSangrando el monte a destajo
Para que enfim o taninoPara que al fin el tanino
Seja levado "pela forestal"Lo lleve "la forestal"
Termino esta carta escritaTermino esta carta escrita
Na areia do rioEn las arenas del río
Esperando que suas águasEsperando que sus aguas
Te a tragam por aliTe la acercan por allí
E que ao lê-la você desperteY que al leerla despiertes
Sua linhagem santafesinaTu estirpe santafesina
E lembre-se que embora longeY recuerdes que aunque lejos
¡Sempre te esperam aqui!¡Siempre te esperan aquí!
E olho as águas...Y miro las aguas...



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