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Eu Já Disse

Solitario

Os Lo Dije

Su ignora es tozuda, pero mi cátedra insiste
La concepción general del arte es bastante triste
Si según ellos es indefinible, será un chiste
Que usen un término cuya definición no existe

¿Acaso son tontos o están locos de remate?
Dejen de decir idioteces, cierren el gaznate
Mejor que se repriman el embate
Aspiran a la victoria y no tendrían ni la gloria de darme empate

Su irracionalidad solo por vanidad combate
Son tan falsos que en vez de sangre tienen tomate
Negarse a un argumento contrario es un modo humano
De no admitir que sus años de admisión fueron en vano

Pero ¡basta! Dejen de echar mierda en mi canasta
Refuta contra el arte subjetivo y no seas plasta
O estudia otros tratados sobre estética y contrasta
Y explícanos po qué ni conclusión es tan nefasta

Hay que llama arte a cualquier cosa, y lo que asume
Demuestra su ignorancia respecto a lo que consume
Si todo sigue, así el arte morirá en nosotros
Y no revivirá a no ser que nuestra obra se exhume

¿El opio del pueblo es la religión? Vaya falacia
Solo es la consecuencia, pues el opio es la ignorancia
Dejemos de blanquear la estupidez que hay en el mundo
Si al ocio dedican horas y a la mente ni un segundo

Hay más de uno que piensa ser mi discípulo
Y que se las da de intelectual por detentar un título
No se hace una idea de cuánto está haciendo el ridículo
Ya que confunde la finalidad con el vehículo

Sácate 20 carreras si así está contento
Y erígele al sistema educativo un monumento
Recuerda que un papel se lo puede llevar el viento
Pero no existe huracán que arrebate el conocimiento

Y reinan los transtornos mentales
Dónde nadie sabe definir con palabras, no tienen materiales
Para elaborar sistemas científico-literales
Que les lleven a afrontar sus problemas emocionales

Trabajo cofundando una utópica nueva era
Allí donde el subjetivismo y la locura impera
Y espero que sea antes de que el mundo subjetivo
Finalice su llegada y nadie entienda lo que escribo

Lo siento corazón, solo atiendo a la razón
No me vengas con rodeos que no eres un electrón
Por más que me aproximo no atisbo distancia alguna
Entre el subjetivismo y la ignorancia que este acuna
Tampoco encuentro a parte su imbricación con el arte
Y que este sea su actual sustento nadie lo descarte
No es baladí, debo recordarte
Que la industria artística nueva más billetes que el barco de un cartel

Magnates, camuflando su negocio de fetiche
Su especulación tras retórica de derviche
Al son de la estulticia de snobs que hace un pastiche
Con las chorradas que decía shopenhauer y nietzsche

Sé que algún día esto será un os lo dije
Y lejos de complacerme, tal acierto me aflige
Pero esta es la verdad, un público que poco exige
Se vuelva igual de estúpido que con lo que transige

Mira hacia donde se dirige el mundo y quién lo rige
Habrá distopía si la mayoría elige
Hay mucho miedoso que restringe su laringe
Qué cobarde esfinge que por no mojarse finge

¿El vulgo te ha encumbrado? Me parece cojonudo
No te creas un gigante intelectual si eres menudo
¿Mejor que el resto? Bueno, no lo dudo
En un mundo de calvos llaman al que tiene 1 pelo melenudo

Yo ya lo advertí, y se hizo lo que pudo
Tráguense la mierda que les venga con embudo
Mientras siga vivo ninguna mosca me zumba
Cuando muera ya usarán mi tumba de felpudo

Yo ya lo advertí, y se hizo lo que pudo
Tráguense la mierda que les venga con embudo
Mientras siga vivo ninguna mosca me zumba
Cuando muera ya usarán mi tumba de felpudo

Eu Já Disse

A ignorância deles é teimosa, mas minha aula insiste
A visão geral da arte é bem triste
Se pra eles é indefinível, deve ser uma piada
Usam um termo cuja definição não existe

Será que são burros ou estão completamente malucos?
Deixem de falar besteira, fechem a boca
Melhor se contenham no ataque
Aspiram à vitória e não teriam nem a glória de me dar um empate

A irracionalidade deles só combate por vaidade
São tão falsos que em vez de sangue têm tomate
Negar um argumento contrário é um jeito humano
De não admitir que seus anos de aceitação foram em vão

Mas chega! Deixem de jogar merda na minha cesta
Refutem contra a arte subjetiva e não sejam chatos
Ou estudem outros tratados sobre estética e contrastem
E expliquem pra gente por que nem conclusão é tão nefasta

Tem que chamar de arte qualquer coisa, e o que assume
Demonstra sua ignorância sobre o que consome
Se tudo continuar assim, a arte vai morrer em nós
E não vai reviver a não ser que nossa obra seja desenterrada

O ópio do povo é a religião? Que falácia
Só é a consequência, pois o ópio é a ignorância
Deixemos de branquear a estupidez que há no mundo
Se dedicam horas ao ócio e à mente nem um segundo

Tem mais de um que pensa ser meu discípulo
E se acha intelectual por ter um título
Não faz ideia de quanto está fazendo papel de ridículo
Já que confunde a finalidade com o veículo

Tire 20 diplomas se isso te deixa feliz
E erga um monumento ao sistema educacional
Lembre-se que um papel pode ser levado pelo vento
Mas não existe furacão que arranque o conhecimento

E reinam os transtornos mentais
Onde ninguém sabe definir com palavras, não têm materiais
Para elaborar sistemas científico-literais
Que os ajudem a enfrentar seus problemas emocionais

Trabalho cofundando uma nova era utópica
Lá onde o subjetivismo e a loucura imperam
E espero que seja antes de o mundo subjetivo
Finalizar sua chegada e ninguém entender o que escrevo

Desculpa, coração, só atendo à razão
Não venha com rodeios que você não é um elétron
Por mais que me aproxime, não vejo distância alguma
Entre o subjetivismo e a ignorância que isso acuna
Tampouco encontro à parte sua imbricação com a arte
E que isso seja seu sustento atual, ninguém descarte
Não é pouca coisa, devo te lembrar
Que a nova indústria artística tem mais grana que o barco de um cartel

Magnatas, camuflando seu negócio de fetiche
Sua especulação atrás da retórica de derviche
Ao som da estultícia de snobs que faz um pastiche
Com as besteiras que dizia Schopenhauer e Nietzsche

Sei que um dia isso será um "eu já disse"
E longe de me agradar, tal acerto me aflige
Mas essa é a verdade, um público que pouco exige
Se torna tão estúpido quanto o que transige

Olhe pra onde o mundo vai e quem o rege
Haverá distopia se a maioria escolher
Tem muito medroso que restringe sua laringe
Que esfinge covarde que por não se molhar finge

O povo te elevou? Me parece incrível
Não se ache um gigante intelectual se é pequeno
Melhor que os outros? Bom, não duvido
Em um mundo de carecas, chamam de cabeludo quem tem um cabelo

Eu já avisei, e se fez o que pôde
Engulam a merda que vier com funil
Enquanto eu estiver vivo, nenhuma mosca me zune
Quando eu morrer, já usarão minha tumba de capacho

Eu já avisei, e se fez o que pôde
Engulam a merda que vier com funil
Enquanto eu estiver vivo, nenhuma mosca me zune
Quando eu morrer, já usarão minha tumba de capacho

Composição: Solitario