Cuentos
Las historias que te cuento gurí...llévalas dentro
No sé donde habrán nacido…viene de lejos
Historias que yo escuche, contadas como en secretos
De duendes que se aparecen en el oscuro silencio
Dejando una mujer embarazada de sueños
Como el séptimo varón, nacido de jornaleros
Que en noches de luna llena…por amor se vuelve perro.
Desparrámalas por donde vayas
Siempre habrá alguien para decir lo que te falta saber
El árbol alto que busca el cielo
Y viene de abajo, pegada al suelo para crecer.
Las canciones que te canto gurí…las fui…amansando
Con voces que se quedaran en mí…por donde he andado
Chamarritas pescadoras, chamamés bien galponeros
Cumbias "cabecita negra", "violinistos" santiagueños
Entre los mágicos están, tambores de los morenos,
Están cargadas de amor las canciones que te dejo
No te la olvides nunca, y que te sirvan de alimento.
Contos
As histórias que te conto, meu chapa... leva elas dentro
Não sei de onde vieram... vêm de longe
Histórias que eu ouvi, contadas como segredos
De duendes que aparecem no silêncio escuro
Deixando uma mulher grávida de sonhos
Como o sétimo filho, nascido de trabalhadores
Que em noites de lua cheia... por amor se torna cachorro.
Espalhe-as por onde você for
Sempre vai ter alguém pra te dizer o que falta saber
A árvore alta que busca o céu
E vem de baixo, grudada no chão pra crescer.
As canções que te canto, meu chapa... fui... amansando
Com vozes que ficaram em mim... por onde andei
Caminheiras pescadoras, chamamés bem de galpão
Cumbias "cabeça preta", "violinistas" santiagueños
Entre os mágicos estão, tambores dos morenos,
Estão carregadas de amor as canções que te deixo
Nunca se esqueça delas, e que te sirvam de alimento.
Composição: Cristiano Medeiros