Design and Debris
On the street where we grew up,
the houses are so picturesque at night,
the sound of socks scuffing hard wood floors,
quiet of the attic forgotten chores.
Fifteen hundred miles looks close on maps.
It's hard to breath the air down here,
It's much too warm for winter, not like home.
You both have gotten old.
Where february's cold without my nearsighted eyes
Do you hate my face?
Now and then,
I listen for the sound of conversations long since dropped,
huddled in the backseat on Christmas eve,
world lit up like a prismatic tree,
resurrect the phone lines; we could talk.
You both have so much more than i could have ever given you.
I am fine.
I am good.
I am jealous.
I am through with self-deprecation; that's past its prime.
I still hate my face.
Nothing left to give so I give up.
I wait so patiently for a change in the temperature at night.
Feel the cold on my chest and the sucrets on my breath.
Think of home; that's where you are.
Do you hate my face?
Design e Detritos
Na rua onde crescemos,
as casas são tão pitorescas à noite,
o som das meias arrastando no chão de madeira,
o silêncio do sótão e as tarefas esquecidas.
Quinze milhas parecem perto nos mapas.
É difícil respirar o ar aqui embaixo,
é quente demais para o inverno, nada como em casa.
Vocês dois envelheceram.
Onde fevereiro é frio sem meus olhos míopes.
Você odeia minha cara?
De vez em quando,
eu escuto o som de conversas que já se foram,
encolhidos no banco de trás na véspera de Natal,
o mundo iluminado como uma árvore prismática,
ressuscitem as linhas telefônicas; poderíamos conversar.
Vocês dois têm muito mais do que eu poderia ter dado.
Eu estou bem.
Eu estou legal.
Eu estou com ciúmes.
Eu estou cansado de me menosprezar; isso já passou da hora.
Eu ainda odeio minha cara.
Nada mais para dar, então eu desisto.
Eu espero pacientemente por uma mudança na temperatura à noite.
Sinto o frio no meu peito e os sucrets na minha respiração.
Penso em casa; é onde vocês estão.
Você odeia minha cara?