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Meu pior vício

Sosa 66s

Mi peor vicio

Viste como apagaste lo que siento
Que triste me volví, que hasta perdí el conocimiento
Supongo excusas tuyas pero que yo mismo invento
Absurdo es intentarlo cuando no pones el resto

Pienso esto hasta donde llega
Uso el don de la palabra que mi corazón te entrega
Vierto lágrimas en páginas en noches que desvelan
Buscándote en respuestas que mi alma te interpela

¿Hoy Soy un poco conocido
Pero qué ironía, yo te imaginé conmigo
Las cosas que planeaba darte el mundo era lo mío
Hoy solo te encontrás en los renglones que te escribo

No sé si entiendes, sos todo para mí
Aunque hayan opciones yo vuelvo a elegirte
Sos ese lugar si no hay a dónde ir
Corro pa abrazarte si me siento triste

Ah
Corro pa abrazarte si me siento triste
Ah
Ah

Ahora convivo con tus secuelas
Me dejaste más vacío que el cenicero de mi abuela
Preguntan por vos en casa y mi casa que esta allá afuera
Pero con nuevo okupa, otro que te prende velas

Un poco creo que te envidio por eso
Porque de los dos fui yo el que salió menos ileso
No abrí mi corazón o es que nadie tuvo tu peso
Y cuando estoy con otra imagino que son tus besos

Piensan que tengo miedo al compromiso
Si supieran que este plaga a tus pies, un sumiso
Ni por blanca, ni por plata hice tanto sacrificio
Me cuesta superar de todos fuiste el peor vicio

Siento que me hierve la sangre
Por la bronca que me tengo por nunca aprender amarme
Me castigo viendo fotos o videos en cualquier parte
Tus caricias, tu sonrisa, hasta tus días intratables

Pero para arreglarlo se hizo tarde
Hoy siento que la vida me puso pa algo más grande
Si la vida nos reencuentra, será solo pa abrazarte
Agradecerte lo bueno, no olvido que me salvaste

No sé si entiendes, sos todo para mí
Aunque hayan opciones yo vuelvo a elegirte
Sos ese lugar si no hay a dónde ir
Corro pa abrazarte si me siento triste

Ah
Corro pa abrazarte si me siento triste
Ah
Ah

Meu pior vício

Você viu como apagou o que eu sinto
Que triste eu me tornei, cheguei a perder a razão
Invento desculpas suas, mas que eu mesmo criei
É absurdo tentar quando você não se entrega de verdade

Penso nisso até onde dá
Uso o dom da palavra que meu coração te entrega
Choro em páginas em noites que não me deixam dormir
Te buscando em respostas que minha alma te questiona

Hoje sou um pouco conhecido
Mas que ironia, eu te imaginei comigo
As coisas que planejava, o mundo era meu
Hoje só te encontro nas linhas que te escrevo

Não sei se entende, você é tudo pra mim
Mesmo com opções, eu escolho você de novo
Você é esse lugar quando não sei pra onde ir
Corro pra te abraçar quando me sinto triste

Ah
Corro pra te abraçar quando me sinto triste
Ah
Ah

Agora convivo com suas consequências
Você me deixou mais vazio que o cinzeiro da minha avó
Perguntam por você em casa e minha casa que tá lá fora
Mas com um novo inquilino, outro que acende velas pra você

Um pouco eu acho que te invejo por isso
Porque dos dois, fui eu quem saiu menos ileso
Não abri meu coração ou é que ninguém teve seu peso
E quando estou com outra, imagino que são seus beijos

Pensam que tenho medo de me comprometer
Se soubessem que sou uma praga aos seus pés, um submisso
Nem por amor, nem por dinheiro fiz tanto sacrifício
Me custa superar, de todos você foi o pior vício

Sinto que a raiva ferve em mim
Pela bronca que tenho de nunca aprender a me amar
Me castigo vendo fotos ou vídeos em qualquer lugar
Suas carícias, seu sorriso, até seus dias insuportáveis

Mas pra consertar, já é tarde
Hoje sinto que a vida me preparou pra algo maior
Se a vida nos reencontrar, será só pra te abraçar
Agradecer pelo que foi bom, não esqueço que você me salvou

Não sei se entende, você é tudo pra mim
Mesmo com opções, eu escolho você de novo
Você é esse lugar quando não sei pra onde ir
Corro pra te abraçar quando me sinto triste

Ah
Corro pra te abraçar quando me sinto triste
Ah
Ah

Composição: Facundo Emanuel Sosa