What Remains
What remains when all has gone,
When embers fade and twilight dawns
When dashed hopes and faded dreams
Crowd the soul as silence screams
To desperate nights and dismal days
To solitude and dark dismay
The failed fights and wasted years
The bloody paths and trails of tears
What remains but death and lies?
What's left for man when dreams have died
When sorrow calls and troubles rise
When winters ice denies the day
When all is dead and swept away
When empty void consumes the Soul
And vile venom takes it hold
When mourning's veiled shroud descends
And suffering life is slow to end?
What remains to be? The blind will never see...
Spare me from disgrace this shame I cannot face
Standing by with blinded eyes led to slaughter, crucified…
Denied by all, betrayed in time - wasted dreams, tired lives
Children of a barren future, a wasted crop of flesh
Fodder for the teeming masses bred of ignorance
A sacrifice to long fallen gods, the ancient rite prescribes
A right to slaughter, consent to kill, a fucking human bribe
My eyes grow sad, my heavy heart longs to beat its last
How could it all have come this,
How could this come to pass?
My weary mind, so crazed by time
Locked away to roam
Abandoned to the desolation darkness take me home…
O Que Resta
O que resta quando tudo se foi,
Quando as brasas se apagam e a penumbra vem
Quando esperanças despedaçadas e sonhos apagados
Apertam a alma enquanto o silêncio grita
Para noites desesperadas e dias sombrios
Para a solidão e a amarga desilusão
As lutas fracassadas e os anos desperdiçados
Os caminhos sangrentos e trilhas de lágrimas
O que resta além da morte e mentiras?
O que sobra para o homem quando os sonhos morreram
Quando a dor chama e os problemas surgem
Quando o gelo do inverno nega o dia
Quando tudo está morto e varrido
Quando o vazio consome a alma
E o veneno vil toma conta
Quando o manto velado do luto desce
E a vida de sofrimento demora a acabar?
O que resta a ser? Os cegos nunca verão...
Livra-me da desgraça, essa vergonha que não consigo enfrentar
De pé com os olhos vendados, levados ao abate, crucificados...
Negados por todos, traídos pelo tempo - sonhos desperdiçados, vidas cansadas
Filhos de um futuro estéril, uma colheita desperdiçada de carne
Alimento para as massas fervilhantes geradas pela ignorância
Um sacrifício para deuses há muito caídos, o rito antigo prescreve
Um direito ao massacre, consentimento para matar, uma maldita suborno humano
Meus olhos ficam tristes, meu coração pesado anseia por bater seu último
Como tudo pôde chegar a isso,
Como isso pôde acontecer?
Minha mente cansada, tão enlouquecida pelo tempo
Trancada para vagar
Abandonada à desolação, a escuridão me leva para casa…