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Meu Primeiro Encontro

Sovie

Mi Primera Cita

Flor de plumaje, me vuelve loco
Y su vestido veraniego corte corto
No ve mensajes, es una pena
Y las noticias esta noche me envenenan

Muy brutos mis puños, más duro que un muro
Pensalo dos veces, compa, antes de darme la contra
Silenciosa es tu boca
Entre secretos, crece mi bronca

Luces roja, tus ojos brillan
Se escuchan bombos que mi corazón pedía
Dos shots, toc toc, sobre mí las luces giran
No llegaste y quiero estar más ebrio todavía

Me gusta estar con gente despierta
Que le guste hablar de la sociedad
Pero esta muy caro invitarte un trago
Te llamo de nuevo cuando caiga este gobierno

¿Me querés comer? Lo aceleremos
¿Me querés comer? Lo aceleremos

Y el pibardo, financiero
Meta timba, meta piña en el recreo
Mister polítics, no, please, no, gracias
No quiero ser peón en tu teatro de falacias

Cada vez más cerca de los años ochenta
Con el neo-tango que viene dando la vuelta
En lugar de a Dios se escucha la serpiente
Tus cadenas son nueva moneda corriente

La sangre fría, en el piso brilla
El subsuelo del cabildo está lleno de dinamita
Dos tiros, pam pam, alrededor la gente grita
No llegaste y ya se arruinó la cita

Me gusta estar con gente despierta
Que le guste hablar de la sociedad
Pero esta muy caro invitarte un trago
Te llamo de nuevo cuando caiga este gobierno

¿Me querés comer? Lo aceleremos
¿Me querés comer? Lo aceleremos

Meu Primeiro Encontro

Flor de penas, me deixa doido
E seu vestido de verão é bem curto
Não vê mensagens, que pena
E as notícias hoje à noite me envenenam

Meus punhos são brutos, mais duros que um muro
Pensa duas vezes, parceiro, antes de me contrariar
Silenciosa é sua boca
Entre segredos, cresce minha raiva

Luz vermelha, seus olhos brilham
Se ouvem tambores que meu coração pedia
Dois shots, toc toc, as luzes giram sobre mim
Você não chegou e eu quero estar mais bêbado ainda

Gosto de estar com gente acordada
Que gosta de falar sobre a sociedade
Mas tá muito caro te convidar pra um trago
Te ligo de novo quando esse governo cair

Quer me comer? Vamos acelerar
Quer me comer? Vamos acelerar

E o moleque, financeiro
Meta jogo, meta soco no recreio
Mister político, não, por favor, não, obrigado
Não quero ser peão no seu teatro de falácias

Cada vez mais perto dos anos oitenta
Com o neo-tango que tá rodando
Em vez de Deus, se ouve a serpente
Suas correntes são nova moeda corrente

Sangue frio, brilha no chão
O subsolo do cabildo tá cheio de dinamite
Dois tiros, pam pam, a galera grita
Você não chegou e já estragou o encontro

Gosto de estar com gente acordada
Que gosta de falar sobre a sociedade
Mas tá muito caro te convidar pra um trago
Te ligo de novo quando esse governo cair

Quer me comer? Vamos acelerar
Quer me comer? Vamos acelerar

Composição: Martin Ojeda / Santiago Agustín Merlo