No Tengo Boca y Quiero Gritar
Me ataron los brazos con discursos de paz
Me vendían el futuro si aprendía a callar
Pero el precio del alma no lo paga un patrón
Y prefiero la hoguera a la redención
Usarás mi autopsia para tu despedida
Por devoción, te guardarás mis heridas
Tu tacto frío formatea mi aliento
Sacramento de mi cuerpo somnoliento
A-lie-na-dos a la tumba
Con un soplo de humo tu mundo se derrumba
A-lie-na-dos a la tumba
Con un soplo de humo tu mundo se derrumba
Aléjate ya de mí
Fuera de la red, fuera del control
Aléjate ya de mí
Mi sangre no es tu combustible
El ruido del hambre me perfora sin piedad
Y mis emociones me hiciste confesar
No tengo boca y quiero gritar
La angustia es nudo que no puedo soportar
Altar de vidrio me hiciste mirar
El desfile atroz de mi propio funeral
Cúpulas rotas, sueños profanados
Hay mercenarios que matan obligados
Obligado a matar por pan
Obligado a ser salvaje
Obligado a matar por pan
Obligado a ser engranaje
Não Tenho Boca e Quero Gritar
Me amarraram os braços com discursos de paz
Me vendiam o futuro se eu aprendesse a calar
Mas o preço da alma não é pago por patrão
E prefiro a fogueira à redenção
Usarás minha autópsia pra sua despedida
Por devoção, guardarás minhas feridas
Teu toque frio formata meu fôlego
Sacramento do meu corpo sonolento
A-li-e-na-dos à cova
Com um sopro de fumaça, teu mundo desmorona
A-li-e-na-dos à cova
Com um sopro de fumaça, teu mundo desmorona
Afasta-te já de mim
Fora da rede, fora do controle
Afasta-te já de mim
Meu sangue não é teu combustível
O barulho da fome me fura sem piedade
E minhas emoções você me fez confessar
Não tenho boca e quero gritar
A angústia é um nó que não consigo suportar
Altar de vidro me fizeste olhar
O desfile atroz do meu próprio funeral
Cúpulas quebradas, sonhos profanados
Há mercenários que matam obrigados
Obrigados a matar por pão
Obrigados a ser selvagens
Obrigados a matar por pão
Obrigados a ser engrenagem