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Quando Nada Vale Nada

Soziedad Alkoholika

Cuando Nada, Vale Nada

Los pequeños sitios crecen cuando en ellos nadie hay
Y deambulas entre las paredes, chocándote
Mirando hacia todas partes, te parece escuchar
A la locura llamando, no le dejes entrar

Como a un anormal a ti te miran
Unas miradas sucias y esquivas
Muchos además se están riendo
Ignorando tu miseria, pero a ti
Esas sonrisas te hacen más daño
Que mil agujas clavadas en los dedos
Despegando una por una, cada uña de la piel
Arrancando cada uña

Tirado, tirado
Tirado como un trapo en cualquier lado
Pasando noches entre cartones
Disfrutar de los sueños
Recompensa: Sobrevivir

De rodillas estás, rodeado de ropa sucia
La mano que tienes extendida
Nunca nunca para de temblar
No para de temblar de frío, de cansancio, y algo más
Las sombras se vuelven alimañas
Y cuesta tanto, y cuesta tanto
Te cuesta tanto

Cuesta distinguir la realidad cuando la vida no vale nada
Cuando nada vale nada ya
Perdóname porque yo he sido uno más
Yo he sido otro más, otro más de
Los que su vista apartó (¡otro más!)
Al pasar por tu lado (¡otro más!)
Quise disimular
Como si fuera nada conmigo, nada conmigo

Quando Nada Vale Nada

Os pequenos lugares crescem quando neles não há ninguém
E você vagueia entre as paredes, se esbarrando
Olhando para todos os lados, parece ouvir
A loucura chamando, não a deixe entrar

Como um anormal, assim te olham
Olhares sujos e esquivos
Muitos ainda estão rindo
Ignorando sua miséria, mas para você
Esses sorrisos machucam mais
Do que mil agulhas cravadas nos dedos
Descolando uma por uma, cada unha da pele
Arrancando cada unha

Jogado, jogado
Jogado como um trapo em qualquer lugar
Passando noites entre papelões
Aproveitar os sonhos
Recompensa: Sobreviver

De joelhos você está, cercado de roupas sujas
A mão que você estende
Nunca nunca para de tremer
Não para de tremer de frio, de cansaço, e algo mais
As sombras se tornam feras
E custa tanto, e custa tanto
Te custa tanto

Custa distinguir a realidade quando a vida não vale nada
Quando nada vale nada mais
Perdoe-me porque eu fui mais um
Eu fui mais um, mais um de
Aqueles que desviaram o olhar (mais um!)
Ao passar ao seu lado (mais um!)
Quis disfarçar
Como se não fosse nada comigo, nada comigo