Autocrator
As a beast who steals itself away at night
From the fields of other fatted kine
Who relishes the ripe fruit of his own distinction
Without the slavering of lips of swine
No mere matter of poor words
He who crafts his own laws
Whose right is lucid yet shadowed
Remaining unbroken by wars
Onward, onward to supremacy
The reins he seizes of serpents
Decisive, resolved in his will
Who scorns the fangs of concession
Beyond the sphere of thralls
This heir to rule carries a rope, nourished by his own deeds
To where those in toil dissipate their futile years
With hammer and saw, constructing their own gallows
Taking abode in oblivion's hands
Heirs, heirs to but loam
Heirs, heirs to death
Autocrata
Como uma besta que se esconde à noite
Dos campos de outros bois engordados
Que saboreia o fruto maduro de sua própria distinção
Sem o babar dos lábios de porcos
Não é mera questão de palavras pobres
Aquele que cria suas próprias leis
Cujo direito é claro, mas sombrio
Permanecendo inquebrantável por guerras
Avante, avante para a supremacia
As rédeas que ele agarra das serpentes
Decisivo, resoluto em sua vontade
Que despreza as presas da concessão
Além da esfera dos servos
Este herdeiro do poder carrega uma corda, alimentada por suas próprias ações
Para onde aqueles que trabalham dissipam seus anos fúteis
Com martelo e serra, construindo suas próprias forcas
Tomando abrigo nas mãos do esquecimento
Herdeiros, herdeiros apenas de barro
Herdeiros, herdeiros da morte