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Guerrilha Decadente

Spectral Aurora

Decayed Guerilla

Σκόνη και μνήμες, μια φωτιά σβηστή
(Skóni kai mnímes, mia fotiá svisti)
((Dust and memories, an extinguished fire))
The boy still smells gunpowder in the air
Scars on his skin, but worse is what's in his stare

Μακάρι να 'ξεχανα, μα η καρδιά μου θυμάται
(Makári na 'xechana, ma i kardiá mou thymátai)
((I wish I could forget, but my heart remembers))
The echoes of gunshots, the screams in the dark
He was just a boy, now he's a hurricane's spark

Ζω σαν φάντασμα, μες στα σπασμένα όνειρα
(Zo san fántasma, mes sta spasména óneira)
((I live like a ghost in shattered dreams))
But the soul still burns, even with ice within
He dances with demons but won't let them win

Decayed Guerilla!
I survived, but the world forgets me
Decayed Guerilla!
No one sees the war still growing in me!

Στα χέρια μου τρέμει το παρελθόν
(Sta chéria mou trémei to parelthón)
((The past trembles in my hands))
He laughs like a madman but cries in the dark
The sound of silence is the purest mark

Φίλοι χωρίς όνομα, σκιάχτρα στη νύχτα
(Fíli horís ónoma, skiáchtra sti nýchta)
(Nameless friends, phantoms in the night)
They vanished in fire, he remained to tell
But those who hear don't want to listen well

Μην με ρωτάς πώς κρατιέμαι
(Min me rotás pos kratiéme)
(Don't ask how I'm still holding on)
Οι δικοί μου πέθαναν, κι εγώ, ζω σαν νεκρός
(Oi dikí mou péthanan, ki egó - zo san nekrós)
((My people died, and I - live like the dead)

(Sad yet powerful melody, pulsing bass)
Decayed Guerilla!
(The wind takes what remains)
Decayed Guerilla
(I carry the fire, but it didn't burn me)

Η μνήμη είναι τόπος, κι εγώ, είμαι ο μόνος του κάτοικος
(I mními eínai tópos, ki egó - eímai o mónos tou kátikios)
(Memory is a place, and I - am its only inhabitant)

Guerrilha Decadente

Poeira e memórias, um fogo extinto
(Skóni kai mnímes, mia fotiá svisti)
((Poeira e memórias, um fogo extinto))
O menino ainda sente cheiro de pólvora no ar
Cicatrizes na pele, mas o pior é o que está em seu olhar

Eu queria poder esquecer, mas meu coração se lembra
(Makári na 'xechana, ma i kardiá mou thymátai)
((Eu queria poder esquecer, mas meu coração se lembra))
Os ecos dos tiros, os gritos no escuro
Ele era apenas um garoto, agora ele é a faísca de um furacão

Eu vivo como um fantasma, em meio a sonhos desfeitos
(Zo san fantasma, mes sta spasména óneira)
((Eu vivo como um fantasma em sonhos despedaçados))
Mas a alma ainda queima, mesmo com gelo dentro
Ele dança com demônios, mas não os deixa vencer

Guerrilha Decadente!
Eu sobrevivi, mas o mundo me esquece
Guerrilha Decadente!
Ninguém vê a guerra que ainda cresce em mim!

O passado treme em minhas mãos
(Sta chéria mou trémei para parelthón)
((O passado treme em minhas mãos))
Ele ri como um louco, mas chora no escuro
O som do silêncio é a marca mais pura

Amigos sem nome, espantalhos na noite
(Fíli horís ónoma, skiáchtra sti nýchta)
(Amigos sem nome, fantasmas na noite)
Eles desapareceram no fogo, ele ficou para contar
Mas quem ouve não quer escutar bem

Não me pergunte como estou
(Eu vou te rodar mais tarde)
(Não pergunte como ainda estou aguentando)
Meu povo morreu, e eu vivo como um morto
(Oi dikí mou péthanan, ki ego - zo san nekrós)
((Meu povo morreu, e eu - vivo como um morto)

(Melodia triste, mas poderosa, baixo pulsante)
Guerrilha Decadente!
(O vento leva o que resta)
Guerrilha Decadente
(Eu carreguei o fogo, mas ele não me queimou)

A memória é um lugar, e eu sou seu único habitante
(I mními eínai tópos, ki egó - eímai o mónos tou kátikios)
(A memória é um lugar, e eu sou seu único habitante)

Composição: Adrisson Cunha