Shinbone Alley
Moonlight through the chicken wire, humming windowpane,
Lukewarm water gasping down a rusty drain
Big town's in need of mending, street lights make tooth some seams
Denim shadows shuffle in between the beams.
Different strokes for different folks so
Mind your manner and easy on the ethnic jokes
It's a dumbbell curve, your trying to tally,
All the way down to shin bone alley
Streets are metacarpal and flesh of asphalt calm
Buildings rise like fingers from a concrete palm
Yellow lit apartment trickle through the drapes
Windows frame each history hidden even from the fire escapes
Sullen winter sparrow lends wing to expanse of grey
Six-thirty-two in the morning on Thanksgiving day
And the bums they hit their corners, the thunderbird rubs their bones
And the crack addicts stare at the snowflakes zigzagging down to greet jones
Different strokes for different folks so.....
Seven-thirty-two on the same day, your bare feet on the parquet
And the light so papery white shining past the microwave
Knuckles to eyeballs and elbows on the table
Spend the day gazing from the window gable....
Rua do Osso
Luz da lua pela tela de galinheiro, vidro da janela zumbindo,
Água morna escorrendo por um ralo enferrujado.
A cidade grande precisa de conserto, os postes de luz fazem costuras de dentes,
Sombras de jeans se arrastam entre os feixes.
Cada um com seu jeito, então
Cuidado com as maneiras e evite piadas étnicas.
É uma curva de halteres, você tenta contar,
Tudo até a rua do osso.
As ruas são metacarpos e a carne do asfalto é calma,
Prédios se erguem como dedos de uma palma de concreto.
Apartamentos iluminados de amarelo escorrem pelas cortinas,
Janelas emolduram cada história escondida até dos escapos de incêndio.
Um pardal triste do inverno empresta asas à imensidão cinza,
Seis e trinta e dois da manhã no dia de Ação de Graças.
E os mendigos vão para seus cantos, o thunderbird esfrega seus ossos,
E os viciados em crack encaram os flocos de neve que descem em zigue-zague para cumprimentar o jones.
Cada um com seu jeito, então.....
Sete e trinta e dois no mesmo dia, seus pés descalços no parquet,
E a luz tão branca como papel brilhando além do micro-ondas.
Nós nos socamos até os olhos e os cotovelos na mesa,
Passamos o dia olhando pela janela do beiral....