In Su La Vetta
[Mira:]
La vettà è vicina innanzi a te.
[Ecco:]
(La) via pel raggiungimento di sé.
Guarda sotto il tuo stivale cosa c'è:
nebbia, rovine, e piccoli esseri.
Ora sei libero da quel mondo che,
morto, voleva uccidere anche te!
Mai più berrai dalla loro donte impura.
Dimentica la loro infamia che eterna dura!
Ora sciaccierai crani vuoti senza che
sogni di coscienza si rivoltino nella notte.
Dormi, aquila e serpente son qui con te.
Vedi? Al di sopra non vi è più niente.
Mai più vorrai compagnia umana.
Dimentica il volgo per l'immateria arcana!
[Guarda:]
Con la vetta hai raggiunto l'Essere.
Grida il (tuo) dominio sulla creatura ignara!
Ora sei vento, nebbia e frana
Che muove l'assurda e vil natura umana!
Mai più avrai occhi ciechi d'uomo.
Dimentica!
No Topo da Montanha
[Olha:]
O topo está perto de você.
[Aí está:]
O caminho para se encontrar.
Olhe sob sua bota o que há:
ebruma, ruínas e seres pequenos.
Agora você está livre daquele mundo que,
morto, queria te matar também!
Nunca mais você vai beber da sua fonte impura.
Esqueça a infâmia que dura para sempre!
Agora você esmagará crânios vazios sem que
despertem sonhos de consciência na noite.
Durma, águia e serpente estão aqui com você.
Viu? Acima não há mais nada.
Nunca mais você vai querer companhia humana.
Esqueça o povo pela matéria arcana!
[Olha:]
Com o topo você alcançou o Ser.
Grite seu domínio sobre a criatura ignorante!
Agora você é vento, neblina e deslizamento
Que move a absurda e vil natureza humana!
Nunca mais você terá olhos cegos de homem.
Esqueça!