Il Credo
Ai sogni della notte non credo piu'
All'erba del vicino
Ai lampi al ciel sereno
E a chi si e' perso in un bicchiere d'acqua
Ora non credo piu'
A tutti i presidenti
Ai finti rivoluzionari
Ai santi guaritori
E alla tentazione-dannazione
Ora non credo piu'
Ora non ci credo piu'
Spegni le luci tu lasciati a me
Qui non c'e' trucco, non c'e' inganno
E le menzogne crollano, e le vergogne tremano
Perche' noi, cosi' noi, siamo irraggiungibili
Ed il mondo e' per noi una sfera di cristallo fragile
Ai vecchi solutori
Ai miei fratelli sanguisughe
Agli artistoidi e agli asteroidi
Alle lacrime di coccodrillo
Ora non credo piu'
Ora non ci credo piu'
Spente le luci tu lasciati a me
Qui non c'e' trucco, non c'e' inganno
E le menzogne crollano, e le vergogne tremano
Quante voci... Quante voci...
Quanti chiodi... Quante croci...!
Bruciami... Bruciati...
O Credo
Ai sonhos da noite não acredito mais
Na grama do vizinho
Nos relâmpagos no céu limpo
E em quem se perdeu num copo d'água
Agora não acredito mais
Em todos os presidentes
Nos falsos revolucionários
Nos santos curadores
E na tentação-condenação
Agora não acredito mais
Agora não acredito mais
Apague as luzes, você se entrega a mim
Aqui não tem truque, não tem engano
E as mentiras desmoronam, e as vergonhas tremem
Porque nós, assim como nós, somos inalcançáveis
E o mundo é para nós uma esfera de cristal frágil
Nos velhos solucionadores
Nos meus irmãos sanguessugas
Nos artista-ideais e nos asteroides
Nas lágrimas de crocodilo
Agora não acredito mais
Agora não acredito mais
Apagadas as luzes, você se entrega a mim
Aqui não tem truque, não tem engano
E as mentiras desmoronam, e as vergonhas tremem
Quantas vozes... Quantas vozes...
Quantos pregos... Quantas cruzes...!
Queime-me... Queime-se...