Tradução gerada automaticamente
Liquid
Steve Kilbey
Liquid
Liquid, she drank like she was in me
Liquid, she's drinking more of everything
She drained an ocean out of me
Left me washed up in bankruptcy
Like a storm far out to sea, she's gone
She ran like water through my hands
Silver drops on thirsty lands
Then she sank into the sand, she's gone
Stranded on a saw-toothed reef
She bled my life beyond belief
Just another fluid thief, she's gone
Sometimes I think of the lives I could have led
Before the sweet nectar, heat and lust came shimmering out of my head
In a salty cave I perspire pure oblivion
A sexual dimension, of black and vermillion
She said I'm drowning, in the voice of an alien
There was no life for me
Sometimes I plan the revenge I will sustain
The rapture of the deep, rivers and rain
We swam through the channels of an underground cleft
I couldn't keep going, I was losing my breath
Woozy with fever, catching my death
There was no cure for me
Sometimes I remember the blue island skies
Well I was seeing the world through enchanted eyes
Coral cut my fingers, my blood tasted good
She dived in and drank more than she should
Left me drifting like driftwood
There was no hope for me
Sometimes I hear the birds, the crash of the waves
Across the black lake where the fisherman slaves
Electric eels, in translucent coils
The lava erupts and the green ocean boils
Taking her bait, burning my oils
There was no stopping me
Líquido
Líquido, ela bebia como se estivesse em mim
Líquido, ela tá bebendo mais de tudo
Ela drenou um oceano de mim
Me deixou encalhado na falência
Como uma tempestade longe no mar, ela se foi
Ela escorreu como água entre minhas mãos
Gotas prateadas em terras sedentas
Então ela afundou na areia, ela se foi
Deixada em um recife serrilhado
Ela drenou minha vida além da crença
Apenas mais uma ladra fluida, ela se foi
Às vezes eu penso nas vidas que poderia ter levado
Antes do néctar doce, calor e luxúria brilharem na minha cabeça
Em uma caverna salgada eu transpiro pura oblivion
Uma dimensão sexual, de preto e vermelho
Ela disse que estou me afogando, na voz de um alienígena
Não havia vida pra mim
Às vezes eu planejo a vingança que vou sustentar
O êxtase das profundezas, rios e chuva
Nadamos pelos canais de uma fenda subterrânea
Eu não consegui continuar, estava perdendo o fôlego
Tonto de febre, pegando minha morte
Não havia cura pra mim
Às vezes eu lembro dos céus azuis da ilha
Bem, eu estava vendo o mundo através de olhos encantados
Corais cortaram meus dedos, meu sangue tinha um gosto bom
Ela mergulhou e bebeu mais do que deveria
Me deixou à deriva como um tronco flutuante
Não havia esperança pra mim
Às vezes eu ouço os pássaros, o estrondo das ondas
Através do lago negro onde os pescadores são escravos
Enguias elétricas, em espirais translúcidas
A lava entra em erupção e o oceano verde ferve
Pegando a isca dela, queimando meus óleos
Não havia como me parar



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