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Chama Desgastada

Stille Volk

Gaste Flamme

Le trône de gloire immortalisé
Dans la forêt du songe
Clairière sans pitié

Nef plantureuse d'arbres d'Hécate
Baigne le vin divin
Ivre du beau rôdeur

Gente dame pâme nos coeurs
Gaste flamme damne nos corps.

Teintée de sang de la vigne écarlate
Dans l'ensommeillement
De la lune brisée

Tambours et cistres déclament à l'infini
Sur l'herbe arrosée
Dans l'écume du vin

Gente dame pâme nos coeurs
Gaste flamme damne nos corps.

L'aconit mûrit et la vigne s'envive
L'humanité féconde
Le rythme est dans le monde

La danse ondule sur les nappes rougies
La nuit est massacrée
La mort est violentée

Gente dame pâme nos coeurs
Gaste flamme damne nos corps.

Rites sacrés, visages fortunés
Volupté dionysiaque
Déesse du plaisir

Gente dame pâme nos coeurs
Gaste flamme damne nos corps.

Le vin abonde et la sève déborde
Les corps se magnifient
L'écorce rejaillit.

Chama Desgastada

O trono da glória imortalizado
Na floresta do sonho
Clareira sem piedade

Nave farta de árvores de Hécate
Banha o vinho divino
Bêbado do belo vagabundo

Gente, dama, desmaia nossos corações
Chama desgastada, condena nossos corpos.

Tingida de sangue da videira escarlate
No sonolento
Da lua quebrada

Tambores e cítaras declamam ao infinito
Sobre a grama molhada
Na espuma do vinho

Gente, dama, desmaia nossos corações
Chama desgastada, condena nossos corpos.

O aconite amadurece e a videira se anima
A humanidade fecunda
O ritmo está no mundo

A dança ondula sobre as toalhas avermelhadas
A noite é massacrada
A morte é violentada

Gente, dama, desmaia nossos corações
Chama desgastada, condena nossos corpos.

Ritos sagrados, rostos afortunados
Volúpia dionisíaca
Deusa do prazer

Gente, dama, desmaia nossos corações
Chama desgastada, condena nossos corpos.

O vinho abunda e a seiva transborda
Os corpos se magnificam
A casca resplandece.

Composição: