Something The Boy Said
When we set out on this journey
There were no doubts in our minds
We set our eyes to the distance
We would find what we would find
We took courage from our numbers
What we sought we did not fear
Sometimes we'd glimpse a shadow falling
The shadow would disappear
But our thoughts kept returning
To something the boy said
As we turned to go
He said you'll never see our faces again
You'll be food for a carrion crow
Every step we took today
Our thoughts would always stray
From the wind on the moor so wild
To the words of the captain's child
Something the boy said
In the circles we made with our fires
We talked of the pale afternoon
The clouds were like dark riders
Flying on the face of the moon
We spoke our fears to the captain
And asked what his son could know
For we would never have marched so far
To be food for a crow
Every step we took today
Our thoughts would always stray
From the wind on the moor so wild
To the words of the captain's child
Something the boy said
When I awoke this morning
The sun's eye was red as blood
The stench of burning corpses
Faces in the mud
Am I dead or am I living?
I'm too afraid to care, I'm too afraid to know
I'm too afraid to look behind me
At the feast of the crow
We spoke our fears to the captain
And asked what his son could know
For we would never have marched so far
To be food for a crow
Algo que o Menino Disse
Quando começamos essa jornada
Não havia dúvidas em nossas mentes
Fixamos nossos olhos na distância
Encontraríamos o que encontraríamos
Tiramos coragem de nossos números
O que buscávamos não nos dava medo
Às vezes víamos uma sombra caindo
A sombra desaparecia
Mas nossos pensamentos voltavam
Para algo que o menino disse
Quando nos viramos para ir
Ele disse que nunca veríamos nossos rostos de novo
Seríamos comida para um urubu
A cada passo que dávamos hoje
Nossos pensamentos sempre se desviavam
Do vento na charneca tão selvagem
Para as palavras do filho do capitão
Algo que o menino disse
Nos círculos que fizemos com nossas fogueiras
Falamos da pálida tarde
As nuvens eram como cavaleiros sombrios
Voando na face da lua
Falamos nossos medos ao capitão
E perguntamos o que seu filho poderia saber
Pois nunca teríamos marchado tão longe
Para ser comida de um corvo
A cada passo que dávamos hoje
Nossos pensamentos sempre se desviavam
Do vento na charneca tão selvagem
Para as palavras do filho do capitão
Algo que o menino disse
Quando acordei esta manhã
O olho do sol estava vermelho como sangue
O fedor de corpos queimados
Rostos na lama
Estou morto ou estou vivo?
Estou com medo demais para me importar, estou com medo demais para saber
Estou com medo demais para olhar para trás
Para o banquete do corvo
Falamos nossos medos ao capitão
E perguntamos o que seu filho poderia saber
Pois nunca teríamos marchado tão longe
Para ser comida de um corvo