Até Que Tenhamos Rostos
Story of the Son (SOTS)
Relances de uma imagem
Denunciada a solidão
O império desse ego
Ruindo ao peso da visão
Prisioneira de mim
No disfarce que escolhi
Não encaro a face do horror
Que vejo aqui
Me escondendo em projeções que vislumbrei
Me afastando da dor que é se conhecer
Arrastada ao cume da verdade
Atmosfera fétida
Cheiro de morte
Não quero te perder de vista
Virando as esquinas
Prender-me em castelos
Que eu mesma construí
Aquele encontro que me fez reconhecer
Com as máscaras ao chão
Morria o que me fazia refém
Sem medo do amanhã que me espera
Porque agora posso vê-lo em seu rosto
Cada partícula dessa existência
Tocada pela vida
A luz do dia
Não quero te perder de vista
Virando as esquinas
Prender-me em castelos
Que eu mesma construí
Não quero te perder de vista
Virando as esquinas
Prender-me em castelos
Que eu mesma construí
Quem mergulhará na escuridão do meu ser?
Mostrar-me além do que me reconheço?
Liberdade pra me ver insuficiente
Salvar-me de mim, salvar-me pra ti
Não quero te perder de vista
Prender-me em castelos
Que eu mesma construí



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