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Melancolia Outonal

Striborg

Autumnal Melancholy

Every reason bringeth despondency anew
Lugubrious harm in the evening gloom
Reality changing, surrealism fading
Revealing the foreboding rentless doom

Their visages melting in the eerie dawn
All hope of unity with these retcherd souls now gone
Trepidation grasping, loneliness everlasting
Content a solitory spirit with the void as one

Nature hibernating as the forest withers and falls
Into slumber, I hear the thunder and the distant calls
Every reason to be sad every reason to be mad
Unable to let go of unwelcomed sorrow

Dreary days, broning nights of melancholy unfolds
For there is alwas a story of depression to be told
Refreshing are the Autumnal mourns
For ice thoust cover the frost new born

Hidden forests, hiding secrets admist the trees
Spirits linger, ghostly whisper emanating from the breeze
Darkened evening of mysterious resplendence elapse
Into a trance of the night into Gaia's embrace

Lights flickering in the silhouetted forest
Shapes appearing formation, shadows casting there eveil glare
I stare beyond the forest and see the end of eternity
A desolate landscape of emptiness, all life gone all is bare

Melancolia Outonal

Toda razão traz desânimo de novo
Dano lugubre na penumbra da noite
Realidade mudando, surrealismo esmaecendo
Revelando o presságio de um destino implacável

Seus rostos derretendo na manhã estranha
Toda esperança de união com essas almas malditas se foi
Apreensão agarrando, solidão eterna
Conforto é um espírito solitário, com o vazio como um só

A natureza hibernando enquanto a floresta murcha e cai
Em sono profundo, ouço o trovão e os chamados distantes
Toda razão para estar triste, toda razão para ficar bravo
Incapaz de deixar ir a tristeza indesejada

Dias sombrios, noites bronzeadas de melancolia se desenrolam
Pois sempre há uma história de depressão a ser contada
Refrescantes são os lamentos outonais
Pois o gelo cobre o novo bornal de geada

Florestas escondidas, guardando segredos entre as árvores
Espíritos pairam, sussurros fantasmagóricos emanando da brisa
Noite escura de resplendor misterioso se esvai
Em um transe da noite, no abraço de Gaia

Luzes piscando na floresta silhuetada
Formas aparecendo em formação, sombras lançando seu olhar maligno
Eu olho além da floresta e vejo o fim da eternidade
Uma paisagem desolada de vazio, toda vida se foi, tudo é nu

Composição: