Looming Black Apparition
Ghostly pale in the glow of the trees
Haunted by spirits of the past
Hovering cold mist covering the air
With the cackle of the crones in darkness
A suffocating apparition draws near
Only the semblance of its dark aura present
Its essence can be felt all around
With the eerie moon glowing
Spectral embers flickering the death of night
With the black funeral march procession
Death bell tolls in the witching gloom
The last breath of man, a sigh in the witches death breath
Chanting and schizophrenic screams in anguish
All telepathic visions are opened to the void
This lost spirit dwelling in the forest
Remembers all the pain of life before
Now ready with skeletal hand reaching out
To take my life away
To the distant evil plane of nightmares
I have often reached deep in my subconcious
Maybe a soul as lost as mine will purgate
In the dark forest, with all possession at hand
In the nocturnal glorious nights of melancholy
And the lonely spirits who dwell there
This black apparition which looms in the trees
Outside my rotten hut, a doppelganger of my
Future existence in pain, in loneliness seeking
Through the bushland at one with nature and night
A Aparição Negra que Se Aproxima
Pálido como um fantasma sob a luz das árvores
Assombrado pelos espíritos do passado
Névoa fria pairando no ar
Com o riso das bruxas na escuridão
Uma aparição sufocante se aproxima
Apenas a semelhança de sua aura sombria presente
Sua essência pode ser sentida ao redor
Com a lua estranha brilhando
Ciscos espectrais piscando a morte da noite
Com o cortejo fúnebre negro
O sino da morte toca na penumbra das bruxas
O último suspiro do homem, um gemido na respiração de morte das bruxas
Cânticos e gritos esquizofrênicos em angústia
Todas as visões telepáticas abertas para o vazio
Esse espírito perdido habitando a floresta
Lembra toda a dor da vida anterior
Agora pronto com a mão esquelética se estendendo
Para tirar minha vida
Para o distante plano maligno dos pesadelos
Eu frequentemente mergulhei fundo no meu subconsciente
Talvez uma alma tão perdida quanto a minha purgue
Na floresta escura, com toda a posse em mãos
Nas gloriosas noites noturnas de melancolia
E os espíritos solitários que habitam lá
Essa aparição negra que se aproxima nas árvores
Do lado de fora da minha cabana podre, um doppelganger do meu
Futuro existindo na dor, na solidão buscando
Pela mata em harmonia com a natureza e a noite