395px

Cobra D'Água

String Cheese Incident

Cottonmouth

There's a snake hole dug in the Mississippi mud
Black snake swimming in the water.
This is the story that the cottonmouth told,
Told to the cotton picker's daughter.

There's a snake flows down through the middle of the land
Black snake made of water.
Then the snake skin peels and the new moon wheels,
A'dancin' with the daughters.

Down in New Orleans, stompin' down
Up in Memphis hanging 'round
Cottonmouth don't make no sound
Cottonmouth don't fool around.

Chopping cotton in the sun
Women's work is never done (oh no)
Sunday dresses, dusty shoes,
Ladies sing the gospel blues.
With their singin' shoutin' prayin'
Cryin' "Glory Hallelujah"
Life's too short for fear of dying,
When the river's high.
Down in New Orleans, stompin' down. . .

Time stands still in cotton patches,
Flannel shirts and old blue jeans.
Red winged blackbirds standing sentry
On the banks of New Orleans.
Across the dry fields, Old Man River
Rustles through the cotton rows.
Levee's broke and the water's rising
That snake just goes and goes.

Rich man, poor man, it don't matter,
When your time has come.
This old river's bound for glory
In the setting sun.
Crickets singing, bullfrogs shouting
"Glory Hallelujah!"
Young man seeds the old man's harvest,
Master's house has come undone.

Cobra D'Água

Tem um buraco de cobra cavado no barro do Mississippi
Cobra preta nadando na água.
Essa é a história que a cobra d'água contou,
Contada para a filha do colhedor de algodão.

Tem uma cobra que flui pelo meio da terra
Cobra preta feita de água.
Então a pele da cobra se descasca e a lua nova gira,
Dançando com as filhas.

Lá em Nova Orleans, pisando firme
Lá em Memphis, dando uma volta
Cobra d'água não faz barulho
Cobra d'água não brinca.

Cortando algodão sob o sol
O trabalho das mulheres nunca acaba (oh não)
Vestidos de domingo, sapatos empoeirados,
As damas cantam o blues gospel.
Com seu canto, gritos e orações
Gritando "Glória Aleluia"
A vida é curta demais para ter medo de morrer,
Quando o rio tá cheio.
Lá em Nova Orleans, pisando firme...

O tempo para nas plantações de algodão,
Camisas de flanela e velhos jeans.
Pássaros pretos de asas vermelhas fazendo guarda
Nas margens de Nova Orleans.
Atravessando os campos secos, Velho Rio
Sussurra entre as fileiras de algodão.
A barragem quebrou e a água tá subindo
Aquela cobra só vai e vai.

Homem rico, homem pobre, não importa,
Quando sua hora chegar.
Esse velho rio tá a caminho da glória
Sob o sol poente.
Grilos cantando, rãs gritando
"Glória Aleluia!"
O jovem semeia a colheita do velho,
A casa do mestre desmoronou.

Composição: Bill Nershi / Mississippi Joe Callicott