The Yoke of Slavery
Man is born free, and everywhere he is in chains
There's nothing better for slaves than to fight for changes
Giving their persons, on condition to loose their goods also
I fail to see, what they have now left to preserve
For him him who renounces everything, no indemnity is possible
Sooner dead than a slave
Nothing to lose but his chains
I refuse tranquility, if it means to live and die in dungeons
Every man is born free, he is his own master
Refuse the yoke of slavery
To yield to force is an act of necessity not of will
At the most an act of prudence, in what fucking sense can it be a duty?
Every man is born free, he is his own master
Refuse the yoke of slavery
For him him who renounces everything, no indemnity is possible
Sooner dead than a slave
Nothing to lose but his chains
I refuse this oppression
It not only has forged the weapons that bring death to itself
It has also called into existence the men
Who are who are to to wield those weapons
O jugo da escravidão
O homem nasce livre e em toda parte ele está acorrentado
Não há nada melhor para os escravos do que lutar por mudanças
Dando suas pessoas, na condição de perder seus bens também
Eu não consigo ver o que eles deixaram para preservar
Para ele quem renuncia a tudo, não há indenização
Mais cedo morto que um escravo
Nada a perder, mas suas correntes
Eu recuso a tranquilidade, se isso significa viver e morrer nas masmorras
Todo homem nasce livre, ele é seu próprio mestre
Recuse o jugo da escravidão
Ceder à força é um ato de necessidade, não de vontade
No máximo, um ato de prudência, em que sentido, porra, pode ser um dever?
Todo homem nasce livre, ele é seu próprio mestre
Recuse o jugo da escravidão
Para ele quem renuncia a tudo, não há indenização
Mais cedo morto que um escravo
Nada a perder, mas suas correntes
Eu recuso essa opressão
Não só forjou as armas que trazem a morte para si
Ele também chamou a existência dos homens
Quem é quem deve empunhar essas armas?