Fragmentos
Pideme un último deseo y yo lãs gracias te daré
Pideme que no llueva nuevo no te vuelva a ver
Caí tan profundo em La tíbia hipnosis de La
que no puedo despertar aún
Y lãs mordidas que tarté de darte
Nunca atravesaron mas que lãs escamas
muertas de tu piel anterior
Entra y Sales como uma flecha loca, como silbido de plumas
Y no te encuentro entre los vasos dobles
nascidos Del licor nocturno
Entras y Sales, entras y Sales de mi, Sales de mi
Paz de mares atrápame entre tu redes
Hundeme em La espuma de outra orilla, antes que,
se apaguen las velas de mi sangre subterrânea
Sigo cavando pozos em El desierto,
tratando de arrancarle peces
Ya no soporto El no dormir de noches, c
astigando AL aire com tu nombre
Que quedo tatuado em mi espalda
donde mis uñas no pueden desgarrar
Pideme um último deseo, que no te vuelva a ver
Fragmentos
Peça-me um último desejo e eu te agradecerei
Peça-me que não chova, que eu não te veja mais
Caí tão profundo na tibia hipnose de
que não consigo acordar ainda
E as mordidas que tentei te dar
Nunca atravessaram mais que as escamas
mortas da sua pele anterior
Entra e sai como uma flecha louca, como o assobio das penas
E não te encontro entre os copos duplos
nascidos do licor noturno
Entra e sai, entra e sai de mim, sai de mim
Paz dos mares, me prenda entre suas redes
Afunde-me na espuma de outra margem, antes que,
as velas do meu sangue subterrâneo se apaguem
Continuo cavando poços no deserto,
tentando arrancar peixes
Já não suporto a insônia das noites,
castigando o ar com seu nome
Que ficou tatuado nas minhas costas
onde minhas unhas não conseguem rasgar
Peça-me um último desejo, que eu não te veja mais