El Mesías
Ah
Daniel Colunga
Yeah
Daniel Colunga en el beat, la buena shit
Escucha esta mierda, mira, dice así
Te escribí miles de poemas
Al viento se los he leído
Corro con la esperanza
De que lleguen a tus oídos
No te arrepientas
De haber roto mi corazón
Porque negocié las dos mitades
Por un poco de alcohol
Las cervezas me embriagan
Pero también me abrigan
No mueras por mí
No hay amor pa' quien lo mendiga
Soy un jodido borracho
Que le gusta escribir bien crudo
Olvídate de la ropa
Los poemas son mis desnudos
Tengo entre mis manos
Lo que tu cuerpo necesita
Un tatuaje en tus pechos
Con mis mejores letras escritas
Una noche de poesía
Es una noche de aventura
Las imperfecciones de tu cuerpo
Son la mejor literatura
Si dejo de escribir
Yo puedo morir, querida
Pero eres mi musa, mi inspiración
Y me alargaste la vida
Quiero hablar de ti
Pero me gana el egocentrismo
Ya verás que al final
Terminaré hablando de mí mismo
Hay mujeres que te salvan de otra
Aunque te parezca chiste
Pero mientras te rescatan
Se preparan pa' destruirte
Mis pulmones están sucios
Por los gases de tu perfume
El hilo rojo de tu tanga
Es el que nuestras almas une
Ah
El que nuestras almas une
Voy a hacerte cosas indecentes
Robaré tu credencial
Y venderé el voto al PRI
Me inspiran los gemidos
De esa mujer que no se quiere
Prefiero escuchar sus ronquidos
Que el rumbido de un Mercedes
Este tema te lo escribí
Borracho hasta el tope
Y lo escucho en la bocina
Que todavía le debo a Coppel
Ya fue mucho de rociarle
Limón a las heridas
Mejor se las exprimo a los tacos
Y también a mi tequila
No me asusta Dios
Ni la fuerza Coahuila
Le temo a las mujeres sinceras
Y ese amor que te aniquila
No existe aguja que suture
Los tejidos de mi pecho
Y si vas a morir por mí
Cuélgate de la viga de un techo
Oigan, Dios ha muerto
Lo maté en defensa propia
Le dio amor a ese poeta
Que escribe de lo que odia
Ah
Le dio amor a ese poeta
Que escribe de lo que odia
Hijo de puta
O Messias
Ah
Daniel Colunga
É
Daniel Colunga na batida, a boa parada
Escuta essa merda, olha, diz assim
Te escrevi milhares de poemas
Ao vento eu os li
Corro com a esperança
De que cheguem aos teus ouvidos
Não se arrependa
De ter quebrado meu coração
Porque negociei as duas metades
Por um pouco de álcool
As cervejas me embriagam
Mas também me aquecem
Não morra por mim
Não há amor pra quem mendiga
Sou um maldito bêbado
Que gosta de escrever bem chapado
Esquece a roupa
Os poemas são meus nus
Tenho entre minhas mãos
O que teu corpo precisa
Uma tatuagem nos teus peitos
Com minhas melhores letras escritas
Uma noite de poesia
É uma noite de aventura
As imperfeições do teu corpo
São a melhor literatura
Se eu parar de escrever
Posso morrer, querida
Mas você é minha musa, minha inspiração
E me deu mais vida
Quero falar de você
Mas o egocentrismo me domina
Você vai ver que no final
Vou acabar falando de mim mesmo
Tem mulheres que te salvam de outras
Mesmo que pareça piada
Mas enquanto te resgatam
Elas se preparam pra te destruir
Meus pulmões estão sujos
Pelos gases do teu perfume
O fio vermelho da tua calcinha
É o que une nossas almas
Ah
É o que une nossas almas
Vou fazer coisas indecentes
Vou roubar sua identidade
E vender o voto pro PRI
Me inspiram os gemidos
Dessa mulher que não se quer
Prefiro ouvir seus roncos
Do que o ronco de um Mercedes
Esse tema eu escrevi
Bêbado até a última gota
E escuto na caixa de som
Que ainda devo pro Coppel
Já deu de jogar
Limão nas feridas
Melhor eu espremer nos tacos
E também no meu tequila
Não tenho medo de Deus
Nem da força Coahuila
Eu temo as mulheres sinceras
E esse amor que te aniquila
Não existe agulha que sutura
Os tecidos do meu peito
E se você vai morrer por mim
Se pendure na viga do teto
Escutem, Deus morreu
Eu o matei em defesa própria
Ele deu amor a esse poeta
Que escreve sobre o que odeia
Ah
Ele deu amor a esse poeta
Que escreve sobre o que odeia
Filho da puta