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Prisioneiro do Mais

Sugar Spine

Prisoner of More

I feel less and less capable of loving
(It feels like)
Missing moments as they leave me behind
In search of warm reciprocation that I can't provide
Plight follows like a starving dog
Obsessed with the footprints and the drops of blood
Heartbeats contract in morse code
Tapping signals (panic symbols)
To the outside world
Wait for the walking carcass to drop
Grind me down till there's nothing left
Nothing left to rot
(Bending)

Bending backwards just to prove there's a spine
Rotating vertebrae to venerate all of this mental divide
(Mental divide)
I am the catalyst of my own demise
Impossible just to stop before the cords untie

Melancholic and a pessimist
I am a masterpiece of avarice
And though exhausted I will never rest
Just make it end

Make it end (the fragile moments)
Replay lives broken instead
Never let (the right one in, trapped in your skin)
Don't forget
Release your soul before you're a spirit

I am rage
Kind
Serpentine
I got a violent heaven above my eyes
Head tilted to the divine
Pull the atlas out through the top of my spine

To the divine
Rage
Kind
Serpentine

Empty threats
Leave my lungs
For warmer breath

Make it end
(Make it end, the fragile moments)
Replay lives
(Replay lives that are broken instead)
Never let
(The right one in, trapped in your skin)
Don't forget

Prisioneiro do Mais

Sinto-me cada vez menos capaz de amar
(Parece que)
Perdendo momentos enquanto me deixam pra trás
Em busca de um calor que não consigo dar
A desgraça me segue como um cachorro faminto
Obcecado pelas pegadas e as gotas de sangue
Batidas do coração se contraem em código morse
Batendo sinais (símbolos de pânico)
Para o mundo lá fora
Espere a carcaça andar até cair
Me esprema até não sobrar nada
Nada pra apodrecer
(Dobrando)

Dobrando pra trás só pra provar que tenho coluna
Rotacionando vértebras pra venerar toda essa divisão mental
(Divisão mental)
Sou o catalisador da minha própria ruína
Impossível parar antes que os cordões se soltem

Melancólico e pessimista
Sou uma obra-prima da avareza
E mesmo exausto nunca vou descansar
Só quero que acabe

Que acabe (os momentos frágeis)
Reveja vidas quebradas em vez disso
Nunca deixe (a certa entrar, presa na sua pele)
Não esqueça
Libere sua alma antes de se tornar um espírito

Eu sou raiva
Gentil
Serpentina
Tenho um céu violento acima dos meus olhos
Cabeça inclinada para o divino
Puxe o atlas pela base da minha coluna

Para o divino
Raiva
Gentil
Serpentina

Ameaças vazias
Deixam meus pulmões
Por um sopro mais quente

Que acabe
(Que acabe, os momentos frágeis)
Reveja vidas
(Reveja vidas que estão quebradas em vez disso)
Nunca deixe
(A certa entrar, presa na sua pele)
Não esqueça