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Cada Macaco No Seu Galho

Sulino e Marrueiro

Letra

    Eu deixei a minha roça
    Na beira daquelas vargem
    Fui bom no cabo da enxada
    Um dia perdi a coragem
    Continuar plantando roça
    Eu achei que era bobagem
    Ajeitei meu terno novo
    E preparei minha bagagem
    E mudei pra capital, ai, ai
    Pra viver na malandragem

    Primeiro golpe que eu dei
    Foi o conto do vigário
    No dia que os operário
    Receberam o salário
    Peguei um cabra sabido
    O golpe veio ao contrário
    Ele era um vigarista
    Fantasiado de operário
    Eu quis bancar o malandro, ai, ai
    Acabei sendo o otário

    Depois eu tentei a sorte
    Num joguinho de baraio
    Polícia baixou na mesa
    Foi logo descendo o máio
    Na cadeia apanhei tanto
    Quase que de lá não saio
    Senti saudade da roça
    Saudade do meu trabaio
    É como diz o ditado, ai, ai
    Cada macaco em seu gaio

    Tentei toda a malandragem
    Mas não acertei nenhuma
    Essa gíria de malandro
    Não entendo coisa alguma
    Quem nasceu pra ser malandro
    Na malandragem se arruma
    Se o malandro for pra roça
    Ele não se acostuma
    É lá no cabo da enxada, ai, ai
    Que a caboclada se apruma

    Composição: Moacyr dos Santos / Sulino. Essa informação está errada? Nos avise.

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