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Marca da Inocência

Sulino e Marrueiro

Letra

    Na fazenda Três Limeiras
    Trabalhava um peão
    Era o moço mais vistoso
    Que tinha na região
    A mulher do fazendeiro

    Por ele sentiu paixão
    Mas ele não deu confiança
    Respeitando seu patrão
    Ela então pra se vingar, ai, ai
    Fez pra ele uma traição

    Essa mulher tão leviana
    Pro seu marido falou
    Seu empregado de confiança
    Hoje não me respeitou
    O fazendeiro furioso

    Dois capangas ele arranjou
    No palanque da mangueira
    O rapaz, ele amarrou
    Com o ferro de marcar boi, ai, ai
    O seu rosto ele marcou

    Aquele moço marcado
    Dali desapareceu
    Mas essa mulher tirana
    O castigo recebeu
    Esperava ter um filho

    Que era o sonho seu
    Mas quando chegou esse dia
    O seu lar entristeceu
    Com o rostinho marcado, ai, ai
    O seu filhinho nasceu

    Vendo seu filho marcado
    Ela não se conformou
    Sentiu tamanho remorso
    Que seu crime confessou
    Seu marido nessa hora

    Quase louco ele ficou
    Mas pensando no filhinho
    A esposa perdoou
    E aquela felicidade, ai, ai
    Para sempre se acabou

    O pecado que ela fez
    Não sai mais da sua mente
    O espelho do seu erro
    Ela tem na sua frente
    Vendo seu filho marcado

    Com a marca do ferro quente
    Esse remorso tão grande
    Ela tem eternamente
    Que por ela foi marcado, ai, ai
    Duas almas inocentes

    Composição: Moacyr dos Santos / Sulino. Essa informação está errada? Nos avise.

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