Gli Occhi Che Ci Guardano
Gli Occhi Che Ci Guardano
Che la storia sia negli occhi
Di ogni bimbo e un pianto sia
Una ruga in più
Del mondo e di noi.
Che siano figli di altre madri
O siano figli senza un nome,
quanto costa, quanto ci costerà?
E se mai finirà.
Occhi grandi che ci guardano
In silenzio sono giorni e notti da,
da buttare via.
Occhi tristiche a vederli
Puoi sentirti testimone
Compiacente di una follia.
Mi chiedo poi
Cosa farò?
Che le lucciole dal cielo
Stiano a fargli compagnia.
Che le spore dentro il vento
Diano loro un fiore da portare via.
Che la pioggia li sorprenda,
li disseti e non li lasci soli mai.
Che la terra dissetandosi
Li abbracci tutti come figli suoi.
E questa notte che non dormo,
questa notte sento addosso
sguardi che
che non scorderò,
che braccia intorno non ne hanno
e di carezze hanno bisogno
e sono qui,
e sono vicino a me
e io cosa farò?
Che le lucciole dal cielo
Stiano a fargli compagnia.
Che le spore dentro il vento
Diano loro un fiore da portare via.
Che la pioggia li sorprenda,
li disseti e non li lasci soli mai.
Che la terra dissetandosi
Li abbracci tutti come figli suoi.
Che la pioggia li sorprenda,
li disseti e non li lasci soli mai.
Che la terra dissetandosi
Li abbracci tutti come figli suoi
Os Olhos Que Nos Observam
Os Olhos Que Nos Observam
Que a história esteja nos olhos
De cada criança e que um choro seja
Uma ruga a mais
Do mundo e de nós.
Que sejam filhos de outras mães
Ou sejam filhos sem nome,
Quanto custa, quanto vai nos custar?
E se algum dia vai acabar.
Olhos grandes que nos observam
Em silêncio são dias e noites a,
A serem jogados fora.
Olhos tristes ao vê-los
Você pode se sentir testemunha
Conivente de uma loucura.
Me pergunto então
O que farei?
Que as vagalumes do céu
Fiquem fazendo-lhes companhia.
Que as esporas dentro do vento
Dêem a eles uma flor para levar.
Que a chuva os surpreenda,
Os sacie e nunca os deixe sozinhos.
Que a terra, se saciando,
Os abrace a todos como filhos seus.
E esta noite que não durmo,
Esta noite sinto em mim
Olhares que
Que não esquecerei,
Que braços ao redor não têm
E de carinhos precisam
E estão aqui,
E estão perto de mim
E eu, o que farei?
Que as vagalumes do céu
Fiquem fazendo-lhes companhia.
Que as esporas dentro do vento
Dêem a eles uma flor para levar.
Que a chuva os surpreenda,
Os sacie e nunca os deixe sozinhos.
Que a terra, se saciando,
Os abrace a todos como filhos seus.
Que a chuva os surpreenda,
Os sacie e nunca os deixe sozinhos.
Que a terra, se saciando,
Os abrace a todos como filhos seus.