Sa Lebedi i Vrani
Lebedno Gnesdo, Skryb i bolka v syrceto
Tymninata cupi styklena dusha
Krehyk svjat ot styklo i koprina
Vrani - po skali
Raskasvalo se edno vreme
Ce Garvani letjali na sinjo nebe…
A sega - nito led, nito voda
Teshki oblaci i letni pesnicki.
Ja tesi Vrani kak pejat mydro i jadosano, Cernite pera blestjat v slynceto.
No naistina ima i beli Vrani…
Ja tesi Lebedi kak letjat nad pokrivi leko, beli pera pod greinala luna.
No naistina ima i cerni Lebedi…
Rojak ot Vrani kylve bogata rekolta
Hora umirat ot Strah i Glad.
Ushas, Strah I Dobrina se slivat
I taka as rasbrah, Njama Shivot…
Os Cisnes e os Corvos
Cisne bonito, escrevo e canto no coração
A alma quebrada se esconde em vidro
Um santo brilha entre o vidro e a poeira
Corvos - na rocha
Era uma vez, quando
Os Garvani voavam no céu azul...
E agora - nem gelo, nem água
Nuvens pesadas e canções de verão.
Eu vejo os Corvos cantando amargo e triste, As penas negras brilham ao sol.
Mas na verdade, existem Corvos brancos...
Eu vejo os Cisnes voando leve sobre os telhados, penas brancas sob a lua que nasce.
Mas na verdade, existem Cisnes negros...
Um bando de Corvos colhe uma rica colheita
As pessoas morrem de Medo e Fome.
Horror, Medo e Bondade se misturam
E assim eu percebi, Não há Vida...