Potoceta Nemirni ‡V
Pyteki vsjakakvi
Ednata vodi pokrai potoci i reki
Vyrho koito pluvat simni lista na saginali
Ili trudno cveteeshti dushi
Pokrai bregovete, uvehnali navki
Nabljudavashti tecenieto
No na vodni kamyni gordo stoeshti velikani, ili led ili voda…
Buran ot ogyn i shar
Steni, vytreshni steni
Voina meshdu bogovete
Vytreshnite bogove
Druga pyk vodi kym mrasoviti poleta i planini
Ljut vysduh, skalite na shivota, lesno se cepjat
Vseki malyk vjatur gi natiska edin v drug
A ako symrysnat se prysvat v stotici vyrhovni ili mracni
Cerna Luna isgrei s Bolka i skryb
Sysdai novi semi, novi moreta
Cerna Luna, snjag pada ticho
Satrupva gnesdata na coveshki syshtestva
Vish gi tesi senki, v potoci pluvat i se davjat
Likuvam i se radvam sa tjahnata gibel
S gibelta senki pluvat v mrysni reki
Samo vyrhovnoto more ne se iscapva
Buran ot ogyn i shar
Steni, vytreshni steni
Voina meshdu bogovete
Vytreshnite bogove
Mrak, tyshen i krasiv
Stara planina gorciva hubost
S gordost i nesnanie slusham
Shepotat na simnite gori
Vjataryt nov I cist...........
Potoceta Nemirni ‡V
"Rios de todo tipo
Um leva ao lado de rios e córregos
Acima, que flutuam folhas escuras de um sinal
Ou almas que florescem com dificuldade
Ao longo das margens, murchas e cansadas
Observando a correnteza
Mas nas pedras d'água, orgulhosos se erguem gigantes, seja gelo ou água…
Tempestade de fogo e fumaça
Paredes, paredes internas
Guerra entre os deuses
Os deuses internos
Outra vez o caminho leva a campos e montanhas sombrias
Um vento feroz, as rochas da vida, se quebram facilmente
Cada pequeno vento os empurra um contra o outro
E se se unirem, se tornam em centenas, supremos ou sombrios
Lua Negra brilha com Bolka e Skrib
Semeando novas sementes, novos mares
Lua Negra, a neve cai em silêncio
Destrói a ganância da existência humana
Vejo suas sombras, nos rios flutuam e se afogam
Me alegro e me divirto com sua dança
Com a dança, as sombras flutuam em rios turvos
Só o mar supremo não se afunda
Tempestade de fogo e fumaça
Paredes, paredes internas
Guerra entre os deuses
Os deuses internos
Escuridão, silenciosa e bela
Velha montanha, amarga beleza
Com orgulho e incerteza, escuto
Sussurros nas florestas escuras
O vento é novo e puro..."