Voyagers
¿Alguien me escucha ahí?
Primera noche, primero de noviembre, 22:07
Estoy lejos de vuelta
Existen casualidades, dos cuerpos individuales
Morir de pie es muy digno, somos inmortales
¿Desnuda para mí? Vení, que no hago planes
Soltemos humo cómo dos chamanes
Te veo flotar entre la Tierra y el éter supremo
Tocarte me ilumina, pero me prende fuego
Siempre te quise y te invité a dormir conmigo
Para que entiendas la mitad de lo que digo
Te traje flores, AK-47
Para qué se te hinchen los párpados, te rías, me beses
Sabores ácidos para que veas el cosmos
Me proyectás colores que no reconozco
Nacimos en otros cuerpos de nuevo
Pero podría localizarte en todo el mundo entero
En serio, me encanta verte en cada enero
Porque se renueva el ciclo y seguimos juntos en esto
Tu cuerpo es material genético heredado
Pero tu alma es mi regalo más sagrado
Que el universo me acercó para estos putos lados
Donde todo tiene un precio y hoy te aprecio demasiado
Somos lo que somos, lo que proyectamos
Me encanta cuando nos desenchufamos
Y divagamos juntos en el tiempo, porque somos energía
Hasta que entramos en dos cuerpos nuevo' y vuelven nuestros días
En el que somos libres en este planeta
Donde al humano se le ocultan las puertas correctas
Nos educamos solos, sabemos lo que somos
Canales de energía fluyendo por sí solos
Yo puedo despertarme, verte y olerte
El universo me plasmó con buena suerte
Nos hicimos con los años más fuertes
Encontrándonos posterior a la muerte
Sos mi Salvia Divinorum, mi viaje a Sumeria
Con vos esta todo all right, se borra mi miseria
Me sigue el hambre, me tiene cerca
Por no seguir a este sistema que gobierna
Yo vivo para verte probar tus labiales
Y acompañarte en tu estadía por la Tierra
Estoy bendito de nacer en esta era
Y poder recorrer el plano material con tu presencia
Tengo que morir, aunque nací para vivir
¿Dónde estás? No te puedo sentir
Viajar hasta las Pléyades y traerte aquí
Perderte por el universo y tenerte al fin
Posarme al lado de tu cuerpo para dormir
Nuestro viaje es casi eterno, volví a reunir
La física de nuestros cuerpos y el DMT
Ya pasaron mil inviernos, volví a existir
Yeah
Tengo que morir, aunque nací para vivir
¿Dónde estás? No te puedo sentir
Viajar hasta las pléyades y traerte a mí
Perderte por el universo y tenerte al fin
Posarme al lado de tu cuerpo para dormir
Nuestro viaje es casi eterno, volví a reunir
La física de nuestros cuerpos y el DMT
Ya pasaron mil inviernos, volví a existir
Viajantes
Alguém me escuta aí?
Primeira noite, primeiro de novembro, 22:07
Estou longe de volta
Existem coincidências, dois corpos individuais
Morrer de pé é muito digno, somos imortais
Desnuda pra mim? Vem cá, que não faço planos
Soltemos fumaça como dois xamãs
Te vejo flutuar entre a Terra e o éter supremo
Tocar você me ilumina, mas me queima
Sempre te quis e te convidei pra dormir comigo
Pra você entender metade do que digo
Te trouxe flores, AK-47
Pra você ficar com os olhos inchados, rir, me beijar
Sabores ácidos pra você ver o cosmos
Você me projeta cores que não reconheço
Nascemos em outros corpos de novo
Mas eu poderia te localizar em todo o mundo
Sério, adoro te ver em cada janeiro
Porque o ciclo se renova e seguimos juntos nisso
Seu corpo é material genético herdado
Mas sua alma é meu presente mais sagrado
Que o universo me trouxe pra esses lados
Onde tudo tem um preço e hoje te valorizo demais
Somos o que somos, o que projetamos
Adoro quando nos desconectamos
E divagamos juntos no tempo, porque somos energia
Até entrarmos em dois corpos novos e voltarem nossos dias
Em que somos livres neste planeta
Onde ao humano escondem as portas certas
Nos educamos sozinhos, sabemos o que somos
Canais de energia fluindo por si só
Eu posso acordar, te ver e te cheirar
O universo me moldou com boa sorte
Ficamos mais fortes com os anos
Nos encontrando depois da morte
Você é minha Salvia Divinorum, minha viagem a Suméria
Com você tá tudo certo, apaga minha miséria
A fome me persegue, me mantém perto
Por não seguir esse sistema que governa
Eu vivo pra te ver experimentar seus batons
E te acompanhar na sua estadia na Terra
Sou abençoado por nascer nesta era
E poder percorrer o plano material com sua presença
Eu tenho que morrer, embora tenha nascido pra viver
Onde você está? Não consigo te sentir
Viajar até as Plêiades e te trazer aqui
Te perder pelo universo e ter você enfim
Me deitar ao seu lado pra dormir
Nossa viagem é quase eterna, voltei a reunir
A física dos nossos corpos e o DMT
Já passaram mil invernos, voltei a existir
É
Eu tenho que morrer, embora tenha nascido pra viver
Onde você está? Não consigo te sentir
Viajar até as Plêiades e te trazer pra mim
Te perder pelo universo e ter você enfim
Me deitar ao seu lado pra dormir
Nossa viagem é quase eterna, voltei a reunir
A física dos nossos corpos e o DMT
Já passaram mil invernos, voltei a existir