Tradução gerada automaticamente
Lad Asketid Begynde Del 1
Taagefolket
Lad Asketid Begynde Del 1
aftentågen vælder frem, griber skoven med kolde fingre Solen flyr fra måneskin.
Troldtøjs nat sig nærmer
stammernes hvisken genlyder:
en bonde har svigtet sin arv, bærer nu kors om hals
Blodets kald han ryggen har vendt, og lades det derfor må
Forenes med urgamel kraft
og styrke kaldt til værdige sind
9 skygger frem af tågen bryder, som skabt af skovens favn de lytter til de hviskende stammer
og begiver sig af sted i tusmørkets greb
Dæmpede stemmer høres i kor, aftenbøn de beder
Af frygt de bekender sig til lystes løgn
med foldede hænder og nedavendt blik
sidder de t0 der svigetet har.
skovens stemmer bruser dem i øren
en varsel om nidstangs komme
Bonden griber stål og forlader hyttes varme
med frygtsomt blik han gør kors for bryst
og tager afsked med sin grædende kvinde
Kvinden hulker højlydt ved arnens lys
og beder for sit og mandens liv
Stormen bryder løs, blæst og dis slår døren op
Arnens gløder blænder hendes syn,
hjælpeløs hun ligger knugende sit kors
hører i det fjerne sin mand kalde lysets vers
med skælvende røst han skriger ord der ej beskytte ham kan
O Começo da Luta Parte 1
a névoa da noite avança, agarra a floresta com dedos frios
O sol foge da luz da lua.
A noite de feitiçaria se aproxima
os sussurros das tribos ecoam:
um camponês traiu sua herança, agora carrega uma cruz no pescoço
O chamado do sangue ele virou as costas, e por isso deve
Unir-se à força ancestral
E à força chamada para mentes dignas
Nove sombras surgem da névoa, como criadas pelo abraço da floresta, ouvem os sussurros das tribos
e partem sob o domínio do crepúsculo.
Vozes abafadas soam em coro, uma oração noturna que eles fazem.
Por medo, confessam-se à mentira do desejo
com as mãos unidas e o olhar voltado para baixo
estão ali aqueles que foram traídos.
As vozes da floresta rugem em seus ouvidos
um aviso sobre a chegada da traição.
O camponês pega o aço e deixa o calor da cabana
com olhar temeroso ele faz o sinal da cruz sobre o peito
e se despede de sua mulher que chora.
A mulher soluça alto à luz da lareira
e reza pela vida dela e do marido.
A tempestade se solta, vento e neblina arrombam a porta
As brasas da lareira ofuscam sua visão,
elas se agarra ao seu crucifixo
ouve ao longe seu marido chamando os versos da luz
com voz trêmula ele grita palavras que não podem protegê-lo.



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