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Livre Para Pensar

Tagada Jones

Libre De Penser

Permettez-moi d'expliquer, d'exposer toutes mes idées
Elles ne peuvent pas rester cachées une éternité
D'irriter les oreilles de ceux qui se mettent à genoux
Devant une idole, un masque, ou un fou

Les écrits de la vérité
Maintes fois falsifiés
Conditionnent
Les brebis égarées

L'histoire est écrite au passé, passé composé
De larmes et de haines, de cris et de peines
Où se trouvent les images paradisiaques du bonheur
Que les prieurs implorent tous les week-end à l'aurore

Stop ! cessez d'espérer, ce paradis promis.
La vie que j'ai ici sur terre ressemble à l'enfer.

Des chaînes brisées, vient la liberté
Le droit de s'exprimer, sans être opprimé
Des chaînes brisées, vient l'égalité
Le choix de s'affirmer sans crainte du rejet
Liberté d'émettre ses pensées
Liberté de croire en ses idées
Liberté de controverser
Sans le lire dans des versets

Permettez-moi de douter encore de m'interroger
Sur l'existence probable ou pas de ces divinités
Si pures sont les colombes des maîtres du monde
Que je n'y vois que le reflet du sang de la paix
Libre à vous de croire
En quelque chose d'abstrait
Libre à vous de voir
En lui ce qu'il vous plaît
Libre de penser
Et quelle liberté ! ! !

Cette soif d'unifier, cette envie de procréer
N'ont conduit qu'à des guerres, qu'à de grandes épopées…
Regardez, regardez partout autour de vous
Les religions continuent de mettre au monde des fous
Ecoutez, écoutez les cloches s'éloigner
La jeunesse ne croit plus en votre intègre société

Livre Para Pensar

Deixe-me explicar, expor todas as minhas ideias
Elas não podem ficar escondidas para sempre
Irritar os ouvidos de quem se ajoelha
Diante de um ídolo, uma máscara ou um louco

Os escritos da verdade
Muitas vezes falsificados
Condicionam
As ovelhas perdidas

A história é escrita no passado, passado composto
De lágrimas e ódios, de gritos e dores
Onde estão as imagens paradisíacas da felicidade
Que os fiéis imploram todo fim de semana ao amanhecer

Pare! parem de esperar, esse paraíso prometido.
A vida que eu tenho aqui na terra se parece com o inferno.

Das correntes quebradas, vem a liberdade
O direito de se expressar, sem ser oprimido
Das correntes quebradas, vem a igualdade
A escolha de se afirmar sem medo da rejeição
Liberdade de emitir seus pensamentos
Liberdade de acreditar em suas ideias
Liberdade de controversar
Sem ter que ler em versículos

Deixe-me duvidar mais uma vez, me questionar
Sobre a provável existência ou não dessas divindades
Se tão puras são as pombas dos mestres do mundo
Que eu só vejo o reflexo do sangue da paz
Livre para você acreditar
Em algo abstrato
Livre para você ver
Nele o que lhe agradar
Livre para pensar
E que liberdade!!!

Essa sede de unificar, essa vontade de procriar
Só levaram a guerras, a grandes epopeias...
Olhem, olhem ao seu redor
As religiões continuam a gerar loucos
Escutem, escutem os sinos se afastando
A juventude já não acredita mais na sua sociedade íntegra.