Solf Pluvian Murmurs Piano
When nox-perfumed shadows embellish the gloom
And soft pluvia pours murmuring piano
The genuine affliction unrolls in sight
Through my flesh its fangs pierce
… in search of words still imprisoned inside
Wherefore didst the flowers grow weazen
When such exquisite charms were apt to cherish them gently?
Imageless reflexions through highflown visions dance
Lost within the sequence of dustveiled mirrors
Divide the recollections entwined like coiling snakes
Thus cloaked more by forgetfulness than in apathy
My sorrow shall exist
Palled be the waxing catharsis of everblissful delight
In this emotional winter, all my passions hibernate
From affectionate embraces deprived
While soft pluvia murmurs piano
Infecting my wounds with all its glamour deranged
I burn the bridges decrepit and leave them all behind
As I curse the dead with a brand new lust for life
From the ashes of persistence no desire shall rise
For a dying hand now holds the flaming torch
Hear the plaudit for the paramount deathwork
As hideous winds fiddle across the meadows scorched
Has life truly withered inside me?
Murmúrios de Chuva ao Piano
Quando sombras perfumadas de nox embelezam a escuridão
E a suave chuva cai murmurando piano
A genuína aflição se desenrola à vista
Através da minha carne suas presas perfuram
… em busca de palavras ainda aprisionadas dentro
Por que as flores cresceram murchas
Quando tais encantos requintados eram aptos a acariciá-las gentilmente?
Reflexões sem imagem dançam em visões grandiosas
Perdidas na sequência de espelhos cobertos de poeira
Dividem as recordações entrelaçadas como cobras enroscadas
Assim encobertas mais pelo esquecimento do que pela apatia
Minha tristeza existirá
Que a catarsis pálida do deleite sempre feliz
Neste inverno emocional, todas as minhas paixões hibernam
Privadas de abraços afetuosos
Enquanto a suave chuva murmura piano
Infectando minhas feridas com todo seu glamour insano
Queimo as pontes decrépitas e deixo tudo para trás
Enquanto amaldiçoo os mortos com um novo desejo de viver
Das cinzas da persistência nenhum desejo surgirá
Pois uma mão moribunda agora segura a tocha flamejante
Ouça os aplausos pela obra-prima da morte
Enquanto ventos horríveis tocam os campos queimados
A vida realmente murchou dentro de mim?