I Remain
Crushing my hopes in silence
In a fit of maniacal rage
Displacing them all
With your cold malevolence
Smashing with stones of despair
Pour on molten mistrust
Testing the temper
Steel forged in blind devotion
I remain
I will remain
When your demons have passed
When hell is far away
Dignity torn, lacerated
With your ravenous strength
Pulled to shredded pieces
But not so divided
Spirit hurled to concrete walls
Shattering doom as fragile wood
Shocking blast of impact
But cannot be so splintered
I remain
I will remain
When your demons have passed
When hell is far away
Shrink, shrivel, drained
Eaten from within
Pale, palsied, frail
Writhing, weak, and wretched
Your will-less scorn has bore through my bones
But still I remain unbroken
Miserable yet unbroken
Eu Permaneço
Destruindo minhas esperanças em silêncio
Em um acesso de raiva maníaca
Deslocando tudo
Com sua frieza maligna
Destruindo com pedras de desespero
Derramando desconfiança derretida
Testando o temperamento
Aço forjado em devoção cega
Eu permaneço
Eu vou permanecer
Quando seus demônios tiverem passado
Quando o inferno estiver longe
Dignidade rasgada, lacerada
Com sua força voraz
Despedaçada em pedaços
Mas não tão dividida
Espírito lançado contra paredes de concreto
Estilhaçando o destino como madeira frágil
Impacto chocante
Mas não pode ser tão fragmentado
Eu permaneço
Eu vou permanecer
Quando seus demônios tiverem passado
Quando o inferno estiver longe
Encolher, murchar, drenado
Comido de dentro pra fora
Pálido, paralisado, frágil
Contorcendo-se, fraco e miserável
Seu desprezo sem vontade atravessou meus ossos
Mas ainda assim eu permaneço inquebrável
Miserável, mas inquebrável