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O Canoeiro

Tania de Venezuela

El Canoero

Allá va el canoero buscando su piragua
Desenredando penas junto con su atarraya
Allá va el canoero hablando con la sombra
Que le dejó su amada, la reina de la prosa

El negro Pedro se hizo a la mar
Llevó carnada de soledad
El negro Pedro se hizo a la mar
Llevó carnada de soledad
Un aguardiente para el olvido
Tabaco negro para soñar
Un aguardiente para el olvido
Tabaco negro para soñar

Por cada golpe de su remar
Dejó recuerdos de tiempo atrás
Por cada golpe de su remar
Dejó recuerdos de tiempo atrás
Ya no le importa lo que ha pasado
Sino sus ansias por navegar
Ya no le importa lo que ha pasado
Sino sus ansias por navegar

(Negro Pedro vuelve a tus playas)
(Que la arena añorando está)

Tu piragua que ya no adorna
Con las palmas la inmensidad

(Negro Pedro vuelve a tus playas)
(Que las olas tristes están)

Como ya no juegas con ellas
Amenazan con arrazar

Desde la lejanía la brisa trae lamentos
Y el canoero errante muerto por la tormenta
Llegó hasta el infinito después de haber cruzado
Jardines de corales de mares inmorados

El negro Pedro se hizo a la mar
Llevó carnada de soledad
Un aguardiente para el olvido
Tabaco negro para soñar

Por cada golpe de su remar
Dejó recuerdos de tiempo atrás
Ya no le importa lo que ha pasado
Sino sus ansias por navegar

(Negro Pedro vuelve a tus playas)
(Que la arena añorando está)

Tu piragua que ya no adorna
Con las palmas la inmensidad

(Negro Pedro vuelve a tus playas)
(Que las olas tristes están)

Como ya no juegas con ellas
Amenazan con arrazar

(Negro Pedro vuelve a tus playas)
(Que la arena añorando está)

Por cada golpe que da su remo
Amenazan con arrazar

(Negro Pedro vuelve a tus playas)
(Que las olas tristes están)

Un aguardiente para el olvido
Tabaco negro para soñar

O Canoeiro

Lá vai o canoeiro buscando sua canoa
Desenrolando as mágoas junto com sua rede
Lá vai o canoeiro falando com a sombra
Que deixou sua amada, a rainha da prosa

O negro Pedro se lançou ao mar
Levou isca de solidão
O negro Pedro se lançou ao mar
Levou isca de solidão
Uma cachaça pra esquecer
Fumo forte pra sonhar
Uma cachaça pra esquecer
Fumo forte pra sonhar

A cada remada que ele dá
Deixa lembranças de tempos atrás
A cada remada que ele dá
Deixa lembranças de tempos atrás
Já não se importa com o que passou
Mas com a vontade de navegar
Já não se importa com o que passou
Mas com a vontade de navegar

(Negro Pedro, volta pra suas praias)
(Que a areia tá com saudade)

Sua canoa que já não enfeita
Com as palmeiras a imensidão

(Negro Pedro, volta pra suas praias)
(Que as ondas tão tristes)

Como já não brinca com elas
Ameaçam com arrasar

Da distância a brisa traz lamentos
E o canoeiro errante, morto pela tempestade
Chegou até o infinito depois de ter cruzado
Jardins de corais de mares apaixonados

O negro Pedro se lançou ao mar
Levou isca de solidão
Uma cachaça pra esquecer
Fumo forte pra sonhar

A cada remada que ele dá
Deixa lembranças de tempos atrás
Já não se importa com o que passou
Mas com a vontade de navegar

(Negro Pedro, volta pra suas praias)
(Que a areia tá com saudade)

Sua canoa que já não enfeita
Com as palmeiras a imensidão

(Negro Pedro, volta pra suas praias)
(Que as ondas tão tristes)

Como já não brinca com elas
Ameaçam com arrasar

(Negro Pedro, volta pra suas praias)
(Que a areia tá com saudade)

A cada golpe que dá seu remo
Ameaçam com arrasar

(Negro Pedro, volta pra suas praias)
(Que as ondas tão tristes)

Uma cachaça pra esquecer
Fumo forte pra sonhar

Composição: