Pueblo Mio
Mi pueblo
Que en la penumbra de la montaña está perdido
Mi pueblo
Que entre las cumbres y frailejones está dormido
Mi pueblo
Viejo mi pueblo
Mi pueblo mío
Yo no te dejo
Yo no te olvido
Vives muy lejos entre la bruma
Y el aire fresco
Color de espuma
Bañas tus calles con el rocío
Limpias tu cara con viento frío
Piensas de noche
Sueñas de día
Eres esencia de poesía
No pasa el tiempo por tus portales
Ni por tus techos de tejas rojas
Tu plaza grande llena de ancestros
Aún queda el eco del héroe nuestro
Tus auces tristes siguen llorando
Mientras las mies están añorando.
Hoy vuelvo a verte
Sigues igual
De la selva grande
Sigue el panal
La inspiración
La melancolía
Aquí pasé mis mejores días
Vuelvo despacio
Con mi tristeza
Eres pueblito mi gran riqueza
Hoy vuelvo a verte
Sigues igual
De la selva grande
Sigue el panal
La inspiración
La melancolía
Aquí pasé mis mejores días
Vuelvo despacio
Con mi tristeza
Tú eres pueblito mi gran riqueza.
Minha Cidade
Minha cidade
Que na penumbra da montanha está perdida
Minha cidade
Que entre os cumes e frailejones está adormecida
Minha cidade
Velha minha cidade
Minha cidade minha
Eu não te deixo
Eu não te esqueço
Você vive muito longe entre a névoa
E o ar fresco
Cor de espuma
Banha suas ruas com o orvalho
Limpa seu rosto com vento frio
Pensa à noite
Sonha de dia
É essência de poesia
O tempo não passa por seus portais
Nem por seus telhados de telhas vermelhas
Sua praça grande cheia de ancestrais
Ainda ecoa o herói nosso
Suas álamos tristes continuam chorando
Enquanto as searas estão ansiando
Hoje volto a te ver
Continua igual
Da grande selva
Segue o favo
A inspiração
A melancolia
Aqui passei meus melhores dias
Volto devagar
Com minha tristeza
Você é cidadezinha minha grande riqueza
Hoje volto a te ver
Continua igual
Da grande selva
Segue o favo
A inspiração
A melancolia
Aqui passei meus melhores dias
Volto devagar
Com minha tristeza
Você é cidadezinha minha grande riqueza.
Composição: Victor Mendoza, Carlos A. Vidal C.