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Um poema é

Tank and the Bangas

A poem is

Actors act
Poets write poems
It's in the ink for me
Still just feels necessary and voluntary

Poems decree, scribing
In fact the hateful didn't want us reading or writing
So be careful of those mesmerizing, memorizing, signifying acts
Solely only for the hands to crash

Popping corn cadences over practiced entertaining shit
Great monologues are cousins to poetry but let that word do its
Dirty dirt

Write now
Put it down and let them read

Hurt, you are not alone
Rebirth
She, he, them begins again

Is the writing illuminating?
Is your thought thought worthy?
Without all the personalities and
The seasonings, a poem is an unsafe plank

A universal, deeply personal, revolution
A poem is a riot
A good poem will make you sit in your got damn car
By your got damn self
And be quiet

Um poema é

Atores atuam
Poetas escrevem poemas
Tá na tinta pra mim
Ainda parece necessário e voluntário

Poemas decretam, escrevendo
Na verdade, os que odeiam não queriam que a gente lesse ou escrevesse
Então cuidado com aqueles atos hipnotizantes, que marcam, que significam
Só pra mãos se chocarem

Estalos de pipoca em cima de merdas ensaiadas e divertidas
Grandes monólogos são parentes da poesia, mas deixa essa palavra fazer sua
Suja sujeira

Escreva agora
Coloque no papel e deixe eles lerem

Dor, você não está sozinho
Renascimento
Ela, ele, eles começam de novo

A escrita ilumina?
Seu pensamento é digno de ser pensado?
Sem todas as personalidades e
Os temperos, um poema é uma tábua insegura

Uma revolução universal e profundamente pessoal
Um poema é um motim
Um bom poema vai te fazer sentar no seu carro do caralho
Sozinho pra caramba
E ficar em silêncio

Composição: Jill Scott, James Poyser