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Amiga

Olga Tañon

Amiga

Amiga me conoces bien,
ven vamos te invito un cafe,
alli podresmos conveersar,
y desahogar tristezas,
sabes son cosas de mujeres,
pero es que mi alma se me muere,
y muchas veces una se harta de llorar sola,
amiga quien fallo fui yo y ahora,
su sonrisa y tierna boca tienen dueña ahora.

Coro
Dime si has sentido que se rompe el suelo,
que caes a un vacio sin final,
que cuando el estaba tu no lo cuidastes,
y ahora que no esta, lo valoras mas,
y que al despertar yo miro en el espejo
una historia que no volvera,
si un dia tu lo encuentras dile fue mi culpa,
mi leccion ya la aprendi,
por no cuidar su amor.

Verso II
Amiga no son tonterias,
cuando una misma se lastima,
al menos he reconocido un grave error,
primer paso al perdon.
Amiga quien fallo fui yo,
y ahora su sonrisa y tierna boca
tienen dueña ahora.

Coro
Dime si has sentido que se rompe el suelo,
que caes a un vacio sin final,
que cuando el estaba tu no lo cuidastes,
y ahora que no esta, lo valoras mas,
y que al despertar yo miro en el espejo
una historia que no volvera,
si un dia tu lo encuentras dile fue mi culpa,
mi leccion ya la aprendi,
por no cuidar su amor.

Ahora me toca a mi recuperarme.
Caminar y sin juzgarme, sanarme.

Dime que puedo yo hacer, dime que puedo yo hacer.
Dime, dime, dime, dime amiga mia, cuando se acaba la vida, dime, dime, dime.

Amiga deseame serte (deseame suerte)

Amiga

Amiga, você me conhece bem,
vem, vou te convidar pra um café,
ali podemos conversar,
e desabafar tristezas,
você sabe, são coisas de mulher,
mas é que minha alma tá morrendo,
e muitas vezes a gente se cansa de chorar sozinha,
amiga, quem falhou fui eu e agora,
sorriso e boca doce têm dona agora.

Coro
Me diz se você já sentiu que o chão se rompe,
que você cai num vazio sem fim,
que quando ele estava, você não cuidou,
e agora que não tá, valoriza mais,
e que ao acordar eu olho no espelho
uma história que não vai voltar,
se um dia você o encontrar, diga que foi minha culpa,
minha lição eu já aprendi,
pelo fato de não cuidar do amor dele.

Verso II
Amiga, não são bobagens,
quando a gente mesma se machuca,
no mínimo eu reconheci um erro grave,
primeiro passo pro perdão.
Amiga, quem falhou fui eu,
e agora seu sorriso e boca doce
têm dona agora.

Coro
Me diz se você já sentiu que o chão se rompe,
que você cai num vazio sem fim,
que quando ele estava, você não cuidou,
e agora que não tá, valoriza mais,
e que ao acordar eu olho no espelho
uma história que não vai voltar,
se um dia você o encontrar, diga que foi minha culpa,
minha lição eu já aprendi,
pelo fato de não cuidar do amor dele.

Agora é minha vez de me recuperar.
Caminhar e sem me julgar, me curar.

Me diz o que eu posso fazer, me diz o que eu posso fazer.
Me diz, me diz, me diz, me diz, amiga minha, quando a vida acaba, me diz, me diz, me diz.

Amiga, deseje-me ser feliz (deseje-me sorte)

Composição: José Luis Morín A. / Olga Tañón