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Poetas de Boteco

Tarcisio Barreiro

Letra

    Mês de novembro vou te ascender a luz na varanda que dá pro quintal
    Verás virão besouros mosquitos formando um vendaval
    Procurando buscar aflitos se apagam na luz final
    Albinas lagartixas surgem querem devorar, teias de aranha querem também
    Até seus passos belos na sola de teus chinelos fazem reféns
    Cadáveres de incertos insetos, meu bem

    Não desisto da fábrica só pra lhe agradar
    Despisto a mágoa que me causará
    Nos chama: poetas de boteco
    Som patético que ninguém que escutar
    Você voando entre outras mariposas tão marias
    Na armadilha da luz material
    Sigo patético em seu pensamento cético
    Besouro de luz natural

    Enquanto a humanidade ambicionar insuficientemente irá viver
    Far-se-ão cegos seguindo incertos feito insetos porque
    Em solados de chinelos edificarão castelos, vai ver

    Perdida você busca tantas ilusões, respira o artificial
    Amor, sabedoria é o fogo da poesia, a claridade natural

    Composição: Ben Hur Barreiro / Pavel Atmosfera / Tarcisio Barreiro. Essa informação está errada? Nos avise.

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