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Nesta Noite

Tartosgardh

In Dieser Nacht

Die Stunden verinnen, versickernd in steiniger Erde,
Ein schleichendes Etwas kriecht die Hügel empor,
Die Sonne verschwindet erstickend im Zwielicht,
Nebeldemonen rauben letztes Licht.

Silhouetten von verwunschenen Bäumen
Wehren sich verbittert gegen das gänzliche Schwarz
Und während manch' Augen noch zu sehen erhoffen,
Tröpfeln Sekunden, Minuten in steinige Erde,
Wolfsgeheul verkündet die Ankunft der Nacht.
Es ist dunkel...

Trompetenfanfaren durchzucken den Wald,
Es ist finser, stockfinster und so klirrend kalt,
Der Mond thront hoch oben, beleuchtend die Gruft,
Der Geruch frischen Blutes tränket die Luft.

Die Vampirin ist zurück, ihrem Grab entstiegen,
Ihre Macht konnte auch meinen Tod besiegen.
Rebirth in Blood - so bin ich Dragonlord,
Wiedergeboren an jenem Düsterort.
Ich verdank' ihr alles, mein Dank gebühret ihr,
Rebirth in Blood - sonst wär' ich jetzt nicht hier.
Die Vampirin ist zurück, ihrem Grab entstiegen,
Ihre Macht konnte auch meinen Tod besiegen.

So durchwandert sie den Friedhof, im Herzen des Waldes -
Einsam, verwildert, ja so romantisch.
Verwitternde Gräber stehen ihr schweigend Spalier
Und alles vermischt sich in eisiger Nacht.
Ich hab' sie begehrt, mich nach ihr gesehnt...
Doch wußte ich nicht, dass sie nicht lieben kann.

Und es war gut so, sonst hätt' ich niemals gefunden,
Was mir versüßt hat schon zahlreiche Stunden -
Sie, meine Braut, namens Claudia,
Sie will ich lieben auf immerdar.

Nicht genannt der Vampirin Taten, nicht bekannt ihre Opfer,
Jeder Schrei von der Finsternis verschluckt - in dieser Nacht,
Wenn sie loszog von ihrer Gruft im dichten Wald,
Gierig suchend nach Beute...
Nicht genannt der Vampirin Taten, nicht bekannt ihre Opfer
Und doch kann jeder vage erahnen,
Was sich abgespielt hat in dieser Nacht.

Wenn die Nacht dem Tage weicht
Blinzelt so mancher mit schlaftrunkenen Augen
'Gen Himmel und starrt es fragend an:
Das MorgenROT.

Nesta Noite

As horas passam, escorregando na terra dura,
Uma coisa rastejante sobe as colinas,
O sol desaparece sufocado na penumbra,
Demônios da névoa roubam a última luz.

Silhuetas de árvores encantadas
Se defendem amargamente contra o total escuro
E enquanto alguns olhos ainda esperam ver,
Segundos, minutos gotejam na terra dura,
Uivos de lobo anunciam a chegada da noite.
Está escuro...

Fanfarras de trompete cortam a floresta,
Está sombrio, escuridão total e tão gelado,
A lua reina lá em cima, iluminando a cova,
O cheiro de sangue fresco impregna o ar.

A vampira voltou, emergindo de seu túmulo,
Seu poder pôde até vencer minha morte.
Renascimento em Sangue - assim sou o Senhor Dragão,
Renascido naquele lugar sombrio.
Eu devo tudo a ela, minha gratidão é dela,
Renascimento em Sangue - senão eu não estaria aqui.
A vampira voltou, emergindo de seu túmulo,
Seu poder pôde até vencer minha morte.

Assim, ela atravessa o cemitério, no coração da floresta -
Sozinha, selvagem, sim, tão romântica.
Túmulos desgastados a observam em silêncio
E tudo se mistura na noite gelada.
Eu a desejei, anseiei por ela...
Mas não sabia que ela não pode amar.

E foi bom assim, senão eu nunca teria encontrado,
O que já adoçou tantas horas -
Ela, minha noiva, chamada Claudia,
Quero amá-la para sempre.

Não mencionadas as ações da vampira, não conhecidos seus alvos,
Cada grito é engolido pela escuridão - nesta noite,
Quando ela saiu de seu túmulo na densa floresta,
Buscando avidamente por presa...
Não mencionadas as ações da vampira, não conhecidos seus alvos
E ainda assim, todos podem vagamente adivinhar,
O que aconteceu nesta noite.

Quando a noite cede ao dia
Muitos piscam com olhos sonolentos
Para o céu e o encaram questionando:
O ROSADO DA MANHÃ.