Loiza
Oye
Esto es pa' mi pueblo
Con cariño del Abayarde
Con DJ Adam y Cachete
El majadero de los cueros
Pa' mi pueblo, que tanto quiero
De Calderón pa' Loiza entero, oye
Ando sin prisa, pero tu lentitud me coleriza
Y el que no brega con Loiza (no, no brega!)
Me quiere hacer pensar que soy parte de una trilogia racial
Donde to' el mundo es igual, sin trato especial
Sé perdonar, eres tú quien no sabe disculpar
So, ¿cómo justifica tanto mal?
Es que tu historia es vergonzosa entre otras cosas
Cambiaste las cadenas por esposas
No todos somos iguales en términos legales
Y eso esta probao en los tribunales
En lo claro la justicia se obtiene con cascajos (oye)
Por eso estamos cómo estamos
Que si no hay chavo pa' abogado
Te provée uno el estado, pero, hermano
Él te llevó quien te trajo, te matan y no desenfundan
La jaula se te inunda, sentencia legal es defensa de segunda
Nunca va a haber justicia sin igualdad
Maldita maldad que destruye la humanidad
Porque protestar va a quitarme la libertad
Si yo no reconozco su autoridad
Nunca va a haber justicia sin igualdad
Maldita maldad que destruye la humanidad
Porque protestar va a quitarme la libertad
Y yo no pertenezco a su sociedad
De hipócritas, vanidad, falsedad en cantidad
Hay mucho de to' sin felicidad
Yo no tengo na', solo esta letra encabroná
Y la capacidad de no creer en tu verdad
A quién más se le ocurriría
Saturar la mente a niños inocentes
Con educación incosistente, manipulada viciosamente
Conveniencia del prominente de los pudientes
En el pasado, se curaron, abusaron y yo
Me niego a yo darme por enterado
Se dice que las cosas han cambiado
No te duermas, lo anormales andan con palo
Y he oído a Ruben Berrios abogar por lo míos
Por eso en ninguno confío
Todos con Vieques, mi pueblo negro no padece
Porque tu crees que se lo merece
Poco a poco, negrito, ponte mañoso
Vive orgulloso, es todopoderoso como nosotros
Pa' esos niches que se creen mejores por su profesiones
O por tener facciones de sus opresores
Si una buena madre su hijo no daña
Cabrones, lambones, pa'l carajo España
Yo soy niche, orgulloso de mis raices
De tener mucha bemba y grandes narices
Ni sufriendo dejamos de ser felices
Por eso es que Papá Dios nos bendice
Nunca va a haber justicia sin igualdad
Maldita maldad que destruye la humanidad
Porque protestar va a quitarme la libertad
Si yo no reconozco su autoridad
Y yo no sé por qué (dime)
Y yo por nadie me meto
(Na', yo soy tranquilo, tú sabes cómo es)
Y siempre hay un canto de huey
Que le falta a uno el respeto
Y yo no sé por qué
Boricua
Este es el Abayarde
Trayéndola cómo es
Metiéndole fuertemente
Pa' depertar a mi gente
Oye, qué bonito es mi Loiza
Mira qué bonito es
El DJ Adam, nos fuimos
Loiza
Oye
Isso é pra minha galera
Com carinho do Abayarde
Com DJ Adam e Cachete
O cara chato dos couro
Pra minha cidade, que eu tanto amo
De Calderón pra Loiza inteira, ouve
Tô sem pressa, mas sua lentidão me irrita
E quem não se envolve com Loiza (não, não se envolve!)
Quer me fazer pensar que sou parte de uma trilogia racial
Onde todo mundo é igual, sem tratamento especial
Sei perdoar, você é quem não sabe pedir desculpas
Então, como justifica tanto mal?
É que sua história é vergonhosa entre outras coisas
Trocaram as correntes por algemas
Nem todos somos iguais em termos legais
E isso tá provado nos tribunais
Na real, a justiça se consegue com cascudos (ouviu?)
Por isso estamos como estamos
Que se não tem grana pra advogado
O estado te arruma um, mas, irmão
Ele te levou quem te trouxe, te matam e não desenfundam
A jaula se inunda, sentença legal é defesa de segunda
Nunca vai haver justiça sem igualdade
Maldita maldade que destrói a humanidade
Porque protestar vai tirar minha liberdade
Se eu não reconheço sua autoridade
Nunca vai haver justiça sem igualdade
Maldita maldade que destrói a humanidade
Porque protestar vai tirar minha liberdade
E eu não pertenço à sua sociedade
De hipócritas, vaidade, falsidade em quantidade
Tem muito de tudo sem felicidade
Eu não tenho nada, só essa letra revoltada
E a capacidade de não acreditar na sua verdade
A quem mais se ocorreria
Saturar a mente de crianças inocentes
Com educação inconsistente, manipulada viciosamente
Conveniente para os poderosos dos ricos
No passado, se curaram, abusaram e eu
Me recuso a me dar por informado
Dizem que as coisas mudaram
Não se acomode, os anormais andam armados
E ouvi Ruben Berrios defender os meus
Por isso em nenhum confio
Todos com Vieques, meu povo negro não padece
Porque você acha que eles merecem
Pouco a pouco, negrito, fique esperto
Viva orgulhoso, é todo poderoso como nós
Pra esses ricos que se acham melhores por suas profissões
Ou por ter feições de seus opressores
Se uma boa mãe não machuca seu filho
Filhos da mãe, puxa-sacos, pra longe da Espanha
Eu sou negro, orgulhoso das minhas raízes
De ter muita boca e grandes narizes
Nem sofrendo deixamos de ser felizes
Por isso é que Papai do Céu nos abençoa
Nunca vai haver justiça sem igualdade
Maldita maldade que destrói a humanidade
Porque protestar vai tirar minha liberdade
Se eu não reconheço sua autoridade
E eu não sei por quê (me diz)
E eu não me meto com ninguém
(Nada, eu sou tranquilo, você sabe como é)
E sempre tem um canto de idiota
Que falta com respeito
E eu não sei por quê
Boricua
Esse é o Abayarde
Trazendo como é
Mandando forte
Pra despertar minha gente
Oye, que bonito é meu Loiza
Olha que bonito é
DJ Adam, vamo que vamo
Composição: Elias de Le / Tego Calderón