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Vinheta: Cururu

Tetê Espíndola

Letra

    Ouça
    Uma vez o meu irmão virou uma onça
    Onça
    De passo leve no escuro
    Passo
    Que nem de sapo-cururu

    É, é!
    Meu irmão que nem meu tio iauaretê
    Isso
    Foi um feitiço, eu lhe juro
    Até
    Fiquei um tanto jururu

    De repente, onde o corpo de um homem
    Patas, pintas, porte e força de uma onça

    Teria sido imagem imaginária
    Ou era tudo verdade pura veraz?
    Teria sido miragem visionária
    Ou era ele aquela fera feroz?

    Onça?
    Não, o meu irmão não passa de uma moça
    Mansa
    Que nem um sapo numa poça
    Puro
    Que nem a flor de um cipó
    Cururu

    Composição: Carlos Rennó / Tetê Espíndola. Essa informação está errada? Nos avise.

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