Make-Believe Logic
2. Make-Believe Logic
Confined to the frames of our minds
our lives revolve around our little own selves.
Our notions of truth are only truths
and the question to make sense of the senseless
is "why?"
Oh why?
In the fading sunlight we ponder the ways (of the world)
and ask questions that will always stay unanswered.
When reason fails we turn our away,
unwilling to face the truth.
Countless are the sleepless hours I've spent
on mulling over non-existent times
and gazed in mysterious awe
the cradle of time and matter
that curves around
and within me,
embraces me
and shows me to otherworldly planes.
Where evil thoughts remain
And feelings have no name
Insanity retained
The otherworldly, otherworldly planes
I found my way to the birthplace of dreams
of blissful sorrow, of woeful joy.
Here things have no names;
I know them by their true nature.
Drifting further now, I realize
this is it, the epitome of existence,
and I know, when time is due,
I'll meet death in ardour.
How could have things been any different
when the difference was to be found in me?
How could I've supposed change to be possible
when the subject of change should have been me?
Every pale gray day I see the people in their droves
sticking to their mundane, rancid ways.
Learn compassion and be true to yourself while there's time
or one day you will expiate your pride.
How could have things been any different
when the difference was to be found in me?
How could I've supposed change to be possible
when the subject of change should have been me?
All I loved, I loved for selfish reasons.
In everything I looked at I saw small glimpses of myself.
In newfound understanding I shall begin my
transmigration of souls.
It's all so painfully obvious now.
It's so cold in here.
It's a game of make-believe.
Shafts of yellow and tan streak the sky
only fade into a dark and dreary night.
Lógica de Faz de Conta
2. Lógica de Faz de Conta
Confinados nas molduras de nossas mentes
nossas vidas giram em torno de nós mesmos.
Nossas noções de verdade são apenas verdades
e a pergunta para dar sentido ao sem sentido
é "por quê?"
Oh por quê?
Na luz do sol que se apaga, ponderamos os caminhos (do mundo)
e fazemos perguntas que sempre ficarão sem resposta.
Quando a razão falha, nos afastamos,
relutantes em encarar a verdade.
Incontáveis são as horas sem sono que passei
refletindo sobre tempos que não existem
e olhando com uma admiração misteriosa
o berço do tempo e da matéria
que se curva ao redor
e dentro de mim,
me abraça
e me mostra planos de outro mundo.
Onde pensamentos malignos permanecem
E sentimentos não têm nome
A insanidade retida
Os planos de outro mundo, de outro mundo
Encontrei meu caminho para o berço dos sonhos
de uma alegria triste, de uma tristeza alegre.
Aqui as coisas não têm nomes;
eu as conheço pela sua verdadeira natureza.
Flutuando mais longe agora, percebo
que é isso, o epítome da existência,
e eu sei, quando chegar a hora,
que encontrarei a morte com ardor.
Como as coisas poderiam ter sido diferentes
quando a diferença estava em mim?
Como eu poderia supor que a mudança seria possível
quando o sujeito da mudança deveria ter sido eu?
Todo dia cinza e pálido eu vejo as pessoas em suas multidões
agarradas às suas maneiras mundanas e podres.
Aprenda a ter compaixão e seja verdadeiro consigo mesmo enquanto há tempo
ou um dia você expiará seu orgulho.
Como as coisas poderiam ter sido diferentes
quando a diferença estava em mim?
Como eu poderia supor que a mudança seria possível
quando o sujeito da mudança deveria ter sido eu?
Tudo que amei, amei por razões egoístas.
Em tudo que olhei, vi pequenos vislumbres de mim mesmo.
Em uma nova compreensão, começarei minha
transmigração de almas.
Está tudo tão dolorosamente óbvio agora.
Está tão frio aqui.
É um jogo de faz de conta.
Raios de amarelo e marrom riscam o céu
apenas para desvanecer em uma noite escura e sombria.